Há de vários tipos e configurações, quase nunca aconselháveis a gente de hábitos higiénicos.

(falo daquela coisa da necessidade de haver acordos de regimes para que os interesses se mantenham sempre repartidos pelos interessados e também pelos conexos, não é apenas o Centrão, alarga-se a todo o Pãntano).

  • Uma variedade é a daqueles que, por exemplo, convivem na imprensa dita plural porque tem vários tons de cinzento acastanhado, como numa dada página da Visão em que o recadeiro Marques Mendes e o americano Luís Amado debitam prosa semanal tão peganhenta que nas últimas edições da revista (de que sou assinante desde que me lembro, nada de processos, ok?) aquela parte me surge tão colada quanto uma centerfold dos anos 70 depois de passar pelas mãos de adolescente não alternativo.
  • Mas há outra variedade menos mortiça e mesmo mais divertida que é a dos apologistas do compromisso que são adeptos das políticas e dos políticos que não admitiam compromissos, do tipo Dama de Ferro e mais além. Não há nada mais caricato do que ver um liberal engomadinho (daqueles que têm êxtases em sucessão a cada vez que revêem um discurso da Margareta ou do Ronaldo, o americano, ou agora do Ted Cruz, o filibustar de fralda contra o Obamacare) defendendo o imperativo patriótico do compromisso para o interesse nacional.

Do cruzamento destas tendências nasceu o JCEspada tardio.