Quinta-feira, 2 de Janeiro, 2014


Calvin Harris feat. Florence Welch, Sweet Nothing

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… mas o nosso grande economista, outrora PM, agora PR, parece que, tal como os seus sucessores, só descobriu(ram) isto na última esquina do tempo.

E até houve tradução portuguesa e tudo.

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Robert Reich, The Work of Nations, 1991, p. 3.

Governo alarga cortes nas pensões e aumenta ADSE

Executivo assegura que não vai aumentar o IVA.

Não comentar irrelevâncias. Inclui mensagens de Natal, Ano Novo, sketches dos Gato Ferdorento sem ser pagos pela PT, análises de treinadores de futebol e alterações ao Código da Estrada, nomeadamente no caso das rotundas. Não adianta comentar coisas que, por muito que tentem, nada trazem de relevante.

Se puderem deixar aqui ou enviarem-me para o mail, gostava que me informassem de escolas onde os manuais para os alunos apoiados pelo SASE chegaram só em meados de Novembro ou mesmo depois. Ou as verbas para pagar os encargos adiantados pelas respectivas famílias.

… e dela retirar algumas ilações, caso o OE para 2014 veja algumas das suas medias chumbadas pelo TC, após envio de pedido de análise pelos partidos da Oposição.

Embora este PR nunca tenha conseguido assumir quaisquer erros, pelo que não é de esperar que comece a fazê-lo na fase final da sua carreira política.

No fundo, esta é uma medida para dar tempo ao Governo, pois os procedimentos seriam mais rápidos se o pedido partisse de Belém.

PR não enviou Orçamento para TC porque pareceres não apontam para inconstitucionalidade – oficial

Fica aqui: Relatorio_Sistema_Remuneratorio_AP.

A generalidade dos cálculos incide sobre os valores praticados antes dos cortes de 2011 em diante, o que significa que não é o que o Estado gasta, mas o que gastava. Não apenas por causa dos cortes, mas também por causa das rescisões e da redução de contratados.

Há coisas espantosas, como o facto do MEC aparecer com encargos remuneratórios acima do orçamento para o ano em causa (que foi menos de 7,5 milhões de euros em 2009 e 2010, os anos de alegado descontrole das despesas socráticas, conforme se pode consultar a partir daqui). O que dá a sensação de se ter ido aos valores nominais dos salários e ter multiplicado por um número estranho de funcionários docentes e não docentes.

Mas quem sou eu para colocar estas “metodologias” em causa? Sei lá que números consultaram? Se foi abordagem tipo-FMI ou tipo-OCDE?

Ou tipo-o-que-nos-dá-jeito? Nem sequer tem ficha técnica, excluindo o logotipo da DGAEP…

Mas, de qualquer maneira, é muito interessante explorar os encargos com funcionários de carreira e com os “outros”.

Como me apetece ser demagógico, veja-se aqui que eu considero serem os encargos com tachos de nomeação política, sendo que algumas destas pessoas, no caso da Educação, fazem parte dos que acham que os professores ganham muito quando recebem 1500 euros.

Neste caso são remunerações aprovadas em 2012:

RemuntachosDepois é só ir ver quantos há para cada cargo.

Perante isto, há quem ande interessado em minudências.

E certamente se irá apresentar, para consumo público, os números máximos, nominais, que não correspondem a encargos actuais efectivos.

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