… como também Paulo Portas tem fracos assessores a fazer contas.

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou ontem num evento chamado “Portugal Exportador” que as exportações atingirão “o melhor ano de sempre” em 2013, subindo até 41% do produto interno bruto, quando há cinco anos este rácio estava em 28%, observou.

Não é bem assim. Houve anos muito melhores. E, pior, ainda há muitos riscos pela frente, sobretudo ao nível da concessão de crédito e da procura externa, que podem dificultar esse caminho, mesmo o das empresas mais preparadas, inovadoras ou que mais diversificam. E isto, claro, juntar-se-á a incógnita que é o impacto da reforma do Estado na economia real em 2014.