Outro momento marcante do ano foi a greve dos professores  às avaliações e aos exames, em grande parte resultante das normas para a distribuição do serviço lectivo para o ano de 2013-14, publicadas a 11 de Junho (DespNormat7de2013).

Seguiu-se um período em que a greve ultrapassou todas as expectativas, desde ministério a sindicatos, incluindo opinião pública, publicada e por publicar.

A coisa ameaçou um bocadinho o status quo pasmacento e era essencial que o pântano se recompusesse.

A 24 de Junho foi atingido um acordo (AtaNegocial), que uns acharam bem e assinaram (FNE) e outros acharam quase bem e não assinaram mas desconvocaram a greve (tenho pena por não ter gravado esta ida conjunta á RTP Informação).

No dia 10 de Julho foi publicado novo despacho normativo, teoricamente com o resultado do acordo negociado (DespNormat7Ade2013) mas que não correspondia ao que tinha sido publicamente anunciado. Trocaram-se acusações, fizeram-se ameaças, requereram-se as gravações das negociações, mas… a verdade é que nada se soube do que efectivamente se passou nas negociações (aquela acta é uma anedota), se alguém enganou alguém, se alguém se deixou enganar ou… se os enganados foram, de novo, apenas os do costume.

Não fosse o que se passou a 18 de Dezembro, este teria sido o episódio mais triste do ano em termos de Educação Não-Superior.