Quinta-feira, 19 de Dezembro, 2013


British Sea Power, Waving Flags

Natal para todos! Voltarei!

 

ter um governo monty python? Acho que não, tenho a certeza disso, nem é genuíno.

 

Pois se eu detenho o martelo final – enquanto Professor! – não me inibirei de o utilizar pela segunda vez.

 

Já dá conferências de imprensa com o cabelo ligeiramente desalinhado e sem gel.

Perguntar não ofende…

(o rosalino já se percebeu que se deve ter formado na do ramiro…)

Espera-se que caia de Maduro?

Defenestra-se sem dó?

Mostra-se-lhe publicamente um ramalhete de hairy asses como nos bons velhos tempos das jotas?

Acorda-se o Aníbal do longo sono?

Chama-se a polícia de choque?

E desta vez o Governo até anunciou ter-se esmerado na justificação jurídica. Phosga-se… e se tivesse feitos apenas a porcaria do costume?

Seria unanimidade mais um?

Aguarda-se vingança governamental.

O plano A deve ser exigir 200 euros a cada professor no activo para continuar a dar aulas.

Tribunal Constitucional chumba por unanimidade convergência das pensões

Os 13 juízes consideraram que um corte de 10% nas pensões de aposentação, reforma e invalidez de valor ilíquido mensal superior a 600 euros viola o princípio da protecção de confiança.

Os docentes que no dia 1 de setembro de 2013 contassem, pelo menos, 730 dias de contrato de serviço efetivo em funções docentes nos últimos 5 anos letivos imediatamente anteriores ao ano letivo 2012/2013, no mesmo nível de ensino e grupo de recrutamento e desde que tenham, pelo menos, 5 anos de serviço docente efetivo com avaliação mínima de Bom, são dispensados da realização do período probatório.

ao Plano BCDEFGH…!

com estes que Gaia há-de converter, que Poiares Maduro se jurou Professor! “E esta, hein?”

milhões.

 

crato continua a impedir que eu deposite 20 Euro numa conta de solidariedade social.

eurocrato

Passos Coelho remodela secretários de Estado

Hélder Rosalino e Fernando Santo vão sair do Governo, apurou o PÚBLICO.

Em especial o da voz meio coisa era supremamente irritante.

Será que ele se lembra de quem era líder da JSD nesta altura?

geracao-rasca

Porque não se interroga Poiares Maduro acerca do papel do seu PM nas “lutas” das juventudes do tardo-cavaquismo em vez de lançar atoardas contra os (candidatos a?) professores?

Grelhas. Mais grelhas. Novas grelhas. Outras grelhas. Pessoal que inventa grelhas.

O PTT e os PAPI.

 

é desconfiado.

Crato desconfia dos licenciados nas escolas superiores de educação

Pessoal com o attention span de um golden fish que só sabe criticar a falta de concentração dos alunos.

Lá vem o FMI novamente dizer que errou, mas!

.

Mas uma vez a francesa Lagarde, vem dizer que o FMI errou quanto à austeridade imposta em demasiado curto tempo nos empréstimos feitos a Portugal e à Grécia. E que de facto se não houver uma política de investimento e de crescimento, não vê como nos vamos “safar”.

Independentemente de, a dado passo dizer que algumas das medidas teriam que ser tomadas, para controlar despesas e gastos descontrolados, mas o tempo e a forma como tudo foi feito criou situações de bloqueio.

Claro que todos estamos a sentir “isso”, cá dentro, e a senhora só o sabe pelos números do não crescimento económico e real do nosso País, mas começa a ser caricato, no mínimo, a senhora Lagarde, como francesa – Europeia, ainda! – , vir novamente assumir erros do FMI, sendo a Presidente do mesmo, e nada mais do que “isso” fazer.

Fazer erros e assumi-los, é de facto bonito, há muito quem não o faça. Mas quando esses erros implicam com vidas de milhares de pessoas, e com o futuro de muitas mais, ainda se vai a tempo de os corrigir.

E, corrigir, será da parte que ainda há de dívidas com o FMI as mesmas poderem ser pagas em 40 ou 50 anos, dado que já não é possível corrigir o erro do empréstimo em tão curro prazo, já feito. E a senhoria francesa como responsável mundial pelo FMI fazer-se impor à Sra. Merkel para um entendimento, pacifico, mas produtivo, para que, evidentemente, de forma faseada e controlada – para não haver desvarios – entre dinheiro em Portugal, na Grécia, e em mais países em aflição na Europa, para fazer criar verdadeiros postos de tralho, para aumentar e muito o emprego, algo mais importante que diminuir o desemprego, se isto se der pela emigração, como está a ser o nosso caso.

Ou, haverá na forja algum país a ter que vir a ser intervencionado rapidamente, aqui pela Europa, e para não se cometerem os erros de Portugal e Grécia, já vem a exortação que por cá se errou, e nada mais.

Esperemos, dado que já não é a primeira vez que a Sra. Lagarde em nome do FMI nos diz que errou, que emende a mão, que faça bem, que corrija o erro, e que não deixe a Grécia e Portugal atolarem-se, mais do que já estão.

Claro, convém repetir, não é de boa pratica despejar para cá dinheiro de qualquer forma, dado que pode cair-se em alguma tentação de o gastar depressa demais, mas é indispensável, não continuar a aumentar a austeridade pela austeridade, não continuar a nada fazer pelo crescimento da economia e só vir dizer que errou, e tem pena.

Augusto Küttner de Magalhães

Dezembro 2013

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(c) Francisco Goulão

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