… não é preciso nenhuma prova pseudo-meritocrática.

José Eduardo Martins, que até costumo gostar de ouvir, estava na SICN a conjugar o argumento daqueles que se tornavam professores quase por acaso porque tinham uma licenciatura (raios, deve ser outro que deu seis meses de aulas há 20 anos como a Helena Matos e mais uns quantos opinadores) com o argumento demográfico da redução de alunos (faltou-lhe a parte da emigração galopante de gente em idade fértil).

Logo, muito apressado, Mário Crespo concluiu: não são precisos tantos professores e ele concordou.

Não me interessa o que o tipo do PS tem para dizer.

O que me interessa é dizer: fechem então o raio dos cursos de formação de professores se não há necessidade de mais e existem já dezenas de milhar de desempregados.

Não digam é que a porcaria desta prova tem alguma coisa a ver com isso.

A menos que seja uma prova de desprofissionalização ao fim de 5 ou 6 anos de formação superior.

Fechar os cursos acabava com os tachinhos de umas centenas de amigos?

Azar!!!