O Ensino Público perdeu cerca de 30 mil professores desde que a Troika chegou a Portugal em 2011. Se é certo que uma parte está relacionada com professores que chegaram à idade da reforma, a grande fatia advém no entanto da redução de quadros levado a cabo pelo ministério da Educação.

Foram mais de 30.000, entre contratados, aposentados e desistentes.

A coisa vai muito para além do argumento demográfico ou orçamental. Há uma sanha muito especial contra o grupo mais numeroso de profissionais qualificados do Estado.

Até porque há demasiados interesses na degradação do serviço prestado nas escolas públicas.

Na Saúde já muita gente tem um pé em cada lado… e são muitos os milhões que escorregam… a Educação é, de há uns tempos a esta parte, a fatia mais apetecível.