quando diz que há quem tenha perdido por mais.

O Alexandre Homem Cristo bem pode disfarçar que escreveu um livro quase inteiro a defender sistemas de ensino e opções de política educativa de evidente insucesso pelos parâmetros que o seu nicho ideológico sempre enalteceu quando se tratava de amesquinhar o desempenho dos alunos portugueses, em particular dos que frequentam as escolas públicas.

Mas a realidade é o que é… as suas opções, nascidas de preconceitos ideológicos que só encontra em outros, esbarraram em evidências incontornáveis. Os seus modelos, aquilo que tem ajudado a propagar como a melhor solução para Portugal, estão em completa falência e em abandono em alguns dos países de origem.

Agora, bem pode contra-argumentar, tergiversar, esbracejar contra a Fenprof ou contra os órfãos do engenheiro que não adianta. Com todos os seus defeitos, o sistema português conseguiu uma evolução melhor nos últimos 10-15 anos do que a Suécia, a Austrália, a Nova Zelândia, etc, etc., etc, tudo exemplos que ele apontou como sendo os do século XXI.

Mas que estão em falência técnica e mesmo financeira.

Reconhecer isso e tentar seguir em frente, ajustando a rota, seria um sinal de inteligência analítica e política.

O resto não passa de conversa fiada.