Domingo, 15 de Dezembro, 2013


Catatonia, Londinium

Via Arlindo:

PACC

When Private Firms Run Schools, Financial Secrecy Is Allowed

Sugestão do Luís Braga.

se a Yellow Truck permitir.

a Ana Gomes anda a remodelar a casa ao gosto sírio

 

 

[aqui]

Pior – só o Melício!

 

… mas a fome sobrepôs-se à vontade de fotografar…

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quando diz que há quem tenha perdido por mais.

O Alexandre Homem Cristo bem pode disfarçar que escreveu um livro quase inteiro a defender sistemas de ensino e opções de política educativa de evidente insucesso pelos parâmetros que o seu nicho ideológico sempre enalteceu quando se tratava de amesquinhar o desempenho dos alunos portugueses, em particular dos que frequentam as escolas públicas.

Mas a realidade é o que é… as suas opções, nascidas de preconceitos ideológicos que só encontra em outros, esbarraram em evidências incontornáveis. Os seus modelos, aquilo que tem ajudado a propagar como a melhor solução para Portugal, estão em completa falência e em abandono em alguns dos países de origem.

Agora, bem pode contra-argumentar, tergiversar, esbracejar contra a Fenprof ou contra os órfãos do engenheiro que não adianta. Com todos os seus defeitos, o sistema português conseguiu uma evolução melhor nos últimos 10-15 anos do que a Suécia, a Austrália, a Nova Zelândia, etc, etc., etc, tudo exemplos que ele apontou como sendo os do século XXI.

Mas que estão em falência técnica e mesmo financeira.

Reconhecer isso e tentar seguir em frente, ajustando a rota, seria um sinal de inteligência analítica e política.

O resto não passa de conversa fiada.

Quando se atiram os alunos com mais repetências para fora das turmas regulares e das próprias escolas, com o pretexto de um ensino “vocacional”, os melhores não arrastam ninguém, apenas se corta a base do universo de alunos a analisar em muitas das avaliações.

A verdade é que ao “limpar” dos exames (quiçá dos próprios testes internacionais) os alunos com pior desempenho, poderá conseguir criar-se uma ilusão de melhoria, mas não passará disso mesmo.

Perante uma plateia cheia de alunos, familiares e professores, o ministro deixou ainda a ideia de que é preciso dar um “abanão” no sistema de ensino e “puxar pelos melhores alunos para arrastar os restantes”.

Até porque me parece ser claramente o melhor álbum do período pós-Jacob.

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… embora o da direita esteja um pouco danificado no interior… são dos mais antigos da colecção.

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A entrevista de Maria de Lurdes Rodrigues ao Público de hoje. Limita-se a elogiar o seu próprio trabalho na FLAD e enquanto ME, mantendo aquela visão que atravessa todo o livro que fez sobre o seu mandato: para ela tudo o que fez foi bem feito e de acordo com todos (os que lhe interessavam).

Para ela as críticas à sua acção não existem e nunca existiram.OPu se existiram eram apenas por parte de gente que não lhe interessava sequer ouvir,por muita razão que tivessem. É como se apenas ouvisse o eco da sua própria voz e dos seus fervorosos apoiantes numa bolha hermética.

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Quanto ao futuro, percebe-se que não tem sido sondada por António José Seguro, pelo que aposta fortemente numa futura liderança do PS por parte de António Costa. O que para mim é o primeiro grande factor a factor do TóZé.

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