Ou será que a teoria de vivermos acima das possibilidades já se aplica até a quem nem conmsegue pagar luz e gás, na sequ~encia das negociatas do Estado nesses sectores?

O que o JMFernandes continua a querer não entender é que as sociedades devem evoluir no sentido do bem estar e não da mediocridade e que os falhanços nacionais se devem mais a quem desbaratou os muitos milhões europeus com o beneplácito oportuno de muita gente do fim dos anos 80 em diante do que aos funcionários públicos que, na sua maioria, fazem o que podem…

Para mim é difícil trocar ideias quando do outro lado se esbarra no muro da exaltação da mediocridade como norma, excepto para si mesmos…

E se trocássemos umas ideias sobre as reformas da função pública?

A diferença entre as reformas de um pensionista do regime geral e um da função pública, com idênticos descontos, é de 10% a 30%. É isto justo e constitucional?