Sexta-feira, 6 de Dezembro, 2013


The Cure, In Betwwen Days

… penso eu de que, embora nem sempre o ridículo seja garantia de desaparecimento como acontece com a ADD… que ficou para fingir que existe, até poder desaparecer sem alguém perder demasiado a face.

Associação diz que os professores se sentem a caminhar em terreno pantanoso

 Dúvidas dos professores com cinco ou mais anos de serviço estão “a inundar” a associação, diz o presidente, que considera “estranhas” as “manobras” do Governo para dar cobertura ao acordo com a UGT. A Fenprof considera que dispensa não tem fundamento legal.

Juristas questionam validade da solução para a dispensa de professores da prova

A incompetência técnica e jurídica do MEC só tem paralelo na sua indiferença e desdém pelo cumprimento de qualquer vaga ordem legal… é tudo á joelhada.

Ainda sobre a ADD… a versão actual é dum ridículo sem par. Mandam avaliadores externos das escolas ao lado… sem qualquer critério especial de selecção que não seja a barateza.

Uma vergonha.

Não há prova de acesso para estes avaliadores de professores, muito delees recrutados a contra-gosto?

Já não há quadros

 

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Rythmes scolaires : le principal syndicat d’instituteurs appelle à la grève

… at+e porque subscrevi, o que vai sendo raro: CDEP3.

Ou será que a teoria de vivermos acima das possibilidades já se aplica até a quem nem conmsegue pagar luz e gás, na sequ~encia das negociatas do Estado nesses sectores?

O que o JMFernandes continua a querer não entender é que as sociedades devem evoluir no sentido do bem estar e não da mediocridade e que os falhanços nacionais se devem mais a quem desbaratou os muitos milhões europeus com o beneplácito oportuno de muita gente do fim dos anos 80 em diante do que aos funcionários públicos que, na sua maioria, fazem o que podem…

Para mim é difícil trocar ideias quando do outro lado se esbarra no muro da exaltação da mediocridade como norma, excepto para si mesmos…

E se trocássemos umas ideias sobre as reformas da função pública?

A diferença entre as reformas de um pensionista do regime geral e um da função pública, com idênticos descontos, é de 10% a 30%. É isto justo e constitucional?

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