… nos últimos anos e que se sente com as costas quentes para ofender todo e qualquer funcionário do Estado, em particular os professores das escolas públicas, como se andássemos a extorquir dinheiro ao Estado e não a prestar um (bom) serviço público pelo qual recebemos a cada vez mais indevida, porque escassa, remuneração.

Este liberais de aviário já renegaram – ou já nem leram – o que Weber escreveu sobre a necessidade de um funcionalismo público como corpo de elite, sendo que ele era mais liberal do que qualquer friedman de 4º escalão.

Acresce ainda que esta gentinha de carácter diminuto gosta de apontar o dedo aos funcionários públicos mas com excepções, claro… que aos médicos e outros eles não ofendem desta forma, até porque os consideram outra coisa.

Aos professores é que eles consideram gente menor, embora muito poucos conseguissem fazer o que eles fazem e que, em tantas situações, até é uma missão que deveriam estimar: tentar que a descendência das classes perigosas não se tornem mais perigosas e saltem os muros dos condomínios mentais e físicos privativos das tertúlias be(a)tas em que se movem.