O dirigente da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, disse ao PÚBLICO esta quinta-feira que o acordo dos sindicatos da UGT com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) “só prejudica verdadeiramente menos de 400 professores”, que na sua perspectiva é “o número de pessoas que estará em causa quando, esta tarde, a Assembleia da República apreciar a legislação relativa à prova de avaliação de conhecimentos e de competências”. “De entre todos os que continuam obrigados a fazer a prova, 98 por cento não têm qualquer expectativa de dar aulas no próximo ano lectivo, pelo que serem aprovados ou não resulta no mesmo”, justificou.