Há uns preclaros analistas educativos que “explicam” a quebra de resultados de alguns países do norte da Europa com o aumento da imigração nesses países.

Coitadinhos dos pobres de espírito que assim confessam que, nesse caso, esse modelo de escola está muito longe de conseguir ser inclusivo, para além de revelar um enorme preconceito xenófobo, por muito que digam o contrário.

Que eu saiba a Escola Islâmica de Palmela, aqui bem perto de mim, tem bons resultados académicos.

Para além de que – não nos esqueçamos – o peso de imigrantes na Suécia ou Alemanha é comparável ao que existiu em Portugal desde meados dos anos 70, com os chamados retornados e posteriormente outros movimentos migratórios.