Domingo, 1 de Dezembro, 2013


Slash, Lemmy and Dave Grohl, Ace of Spades

Sporting goleia P. Ferreira (4-0) e é líder

Research – Family background and access to high ‘status’ universities (13 November 2013)

At least a quarter of the access gap to the top universities in England, the United States and Australia cannot be explained by academic achievement, according to new research by Dr John Jerrim.

Aos “amigos” o que é dos “amigos” mesmo que com dívidas …

Da longa série “negócios à moda da casa”

Estaleiros à deriva

Estaleiros de Viana- Martifer deu golpada a Sócrates com o contrato das minas de Aljustrel – A Lundin Mining comprou minas de Aljustrel por um euro a troco de perdão de dívida, mas ao fim de seis meses alegou graves prejuízos para suspender a exploração

Recolha do Livresco.

… que por alturas desta edição (1979-1980) já tinha ido algures lavar as bandeiras vermelhas de maneira a ficarem rosadas e alaranjadas.

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É a designação que consigo achar para os livros dos iluminados comentadores da nossa praça sobre as origens e saída da crise. Hoje, ao entrar numa Bertrand, apanhei com a nova prosa natalícia do Camilo Lourenço e fiquei logo sem vontade de olhar fosse o que fosse no campo de visão daquele livro.

Pensando bem… foi uma boa maneira de poupar dinheiro.

… de director do Expresso, cargo que tinha ganho na altura conturbada da saída de José António Saraiva. Diz quem por lá andou que foi para meter o jornal nos eixos e o tornar menos imprevisível, pois andava a fazer títulos incómodos para certos poderes fáticos.

Mas não sei se é verdade, fico-me pelo que se diz nos mentideros do meio jornalístico, de que conheço minguadas periferias.

Sei é que se Henrique Monteiro se sente no direito de fazer juízos de valor sobre as opiniões dos professores (será para ganhar audiências?) do género “a uns e outros, segundo me parece, o que lhes custa é pôr-se à prova” eu também tenho direito de deitar-me a adivinhar que ele só continua no Expresso depois da despromoção que alguns dizem que nunca tolerariam. E tenho ainda o direito de considerar que se mantém por lá porque realmente “os bens (leia-se empregos) tornaram-se mais escassos” e ele teria de ir labutar pela vida quando há muito parece ter confundido jornalismo com almoços, charutadas e telefonemas pela roda de contactos.

E teria de sair da sua zona de (muito) conforto e ir mostrar o que valia fora do feudo onde está de pedra e cal se assim o deixarem, mesmo que lhe tirem regularmente umas tenças.

Mas isto, claro, sou eu deitar-me a adivinhar e a fazer juízos de valor sobre o que não sei, especialidade maior do agora blogger-outrora-director Henrique Monteiro, exemplo máximo de uma geração que primou pela qualidade do seu desempenho académico-de-braço-no-ar.

(como sempre fiz exames ao longo do meu percurso académico, incluindo defesa de mais de 3 horas da minha tese de doutoramento em universidade pública de valor reconhecido e em época em que as notas não se conseguiam em rga, ou a eles dispensei quando era mais pequenino, estou à vontade para dizer que, no meu escasso entender, Henrique Monteiro há muito não é avaliado pela qualidade do seu trabalho como jornalista que, ainda em meu escasso entender, é praticamente nulo)

… qual deve ser o destino dos que se vendem e à Pátria (ou Nação, conforme as terminologias) em troca de títulos e tenças de ocasião.

Terá sido por isso que acabaram com ele?

1Dez

Caros colegas,

enviamos o documento produzido em resultado da reflexão conjunta com um grupo alargado de professores em Viseu, mas também do contributo dado pelos colegas de Coimbra e Braga.
Se concordarem com o exposto poderão usar o texto (acrescentando ou retirando o que entenderem) e encaminhar para
(o prazo termina a 2 de Dezembro)
Se as vozes forem muitas talvez sejam ouvidas…
Até breve,
Pela equipa do Missão História,
Cláudia Amaral
.

Acho que não avisaram é este tipo de exame, para dar certificado, parece que implica ter pelo menos uns 70%.

Esta é a convocatória para a zona centro…

Caro(a) Diretor(a) / Presidente de CAP

O Despacho n.º 11838-A/2013, de 10 de setembro, determina a realização de um teste de Inglês destinado aos alunos a frequentar o 9.º ano de escolaridade, de aplicação obrigatória nos estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo. Em 2014 este teste será aplicado em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira.

Torna-se necessário articular com os estabelecimentos de ensino a realização deste teste e definir os procedimentos a adotar no processo, designadamente, a definição das condições para a sua aplicação.

Assim, encarrega-me o Senhor Diretor Geral da DGEstE de solicitar a comparência de V. Exa. em sessão de trabalho a realizar no seguinte horário e local:

·        Dia 2 de dezembro de 2013 – 10h00 / 12h30 – Grande Hotel do Luso – Luso

Para o efeito, deverá fazer-se acompanhar de um(a) professor(a) de Inglês que desejavelmente possa vir a ser o(a) Gestor do Projeto Key for Schools no estabelecimento de ensino que dirige. A sessão será apresentada conjuntamente pelo IAVE e pelo CELA (Cambridge English Language Assessment), sendo parcialmente realizada em inglês. 

As despesas de transporte decorrentes da deslocação ao local de realização da reunião são da responsabilidade do IAVE. Para quaisquer esclarecimentos adicionais ou demais informações, por favor contactar assess.direcao@gave.mec.pt.

Com os melhores cumprimentos,

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