Quinta-feira, 28 de Novembro, 2013


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Foi prolongado o prazo para a inscrição na prova e o ministro está confiante.

A prova de acesso, TVI

Obras paradas nas escolas, associação dos industriais de construção civil culpa a Parque Escolar.

dias

… quando vai correndo bem e dá a entender que acabará em bem.

Ministério da Educação prolonga prazo de inscrição na prova de avaliação de professores

Professores sem vínculo têm até 2 de Dezembro para se inscrever na prova. Até agora, há 37 mil inscritos.

(…)

De acordo com a nota, inscreveram-se até ao momento na prova cerca de 37 mil professores contratados — num total de cerca de 45 mil em condições de fazê-lo. “Atendendo às especificidades dos candidatos, foram alargados os locais de realização da prova e prorrogado até dia 2 de Dezembro o prazo de inscrição na mesma. Os docentes já inscritos poderão alterar o local inicialmente indicado se assim o pretenderem”, lê-se ainda.

O apelo do MEC e das organizações representativas dos professores para que os contratados se inscrevam está a ser um sucesso.

Boa malha!

… é sempre bom saber que é gente com visão. Há seis meses foi assim:

Prejuízos da Martifer agravam-se para 13,9 milhões de euros

Agora o Estado, através de um Governo liderado por um antigo funcionário de uma empresa outrora associada a esta, entrega-lhe o pouco que nos vai restando de indústria pesada, depois de pagar com o nosso dinheiro a redução dos seus futuros encargos salariais…

Está bem visto…

… daquela conversa do “se os colegas fizeram, merecem ser classificados”. É uma variação dos argumentos da treta que algumas pessoas usaram, por convicção ou oportunismo, para vigiar as provas dos alunos em dia de greve.

Farto de tretas.

Entretanto, o MEC, para além de se vangloriar com os milhares que obedeceram ao chamamento ratificado pela teoria de manter todas as oportunidades em aberto, qualifica implicitamente de indigna a classe docente ao dizer que está a tomar medidas para a sua “dignificação”, quando na prática dá a entender que os professores não sabem as matérias que ensinam.

Só se dignifica o que precisa de dignidade e, neste momento, se algo é indigno na profissão docente é a forma como é tratada pelo Governo e pelo actual MEC, cada vez mais um mero boneco falante ao mando dos rosalinos.

Pela parte que me toca julgo ter mais conhecimentos de História do que o actual MEC tem de Economia, que é a sua área original de formação em idos de 70, quando tudo era muito mais “digno”, com licenciaturas tiradas de braço no ar por parte de muitos daqueles ramirílios que agora querem examinar os professores contratados.

Portaria que obriga professores a exames sai “em breve”
Nuno Crato enquadrou este diploma num “processo global” que o ministério está a adoptar “com vista à dignificação da profissão docente”. Para o governante, este processo “tem várias peças”, uma das quais a portaria que “sairá em breve” e que tornará obrigatório exames a Matemática e Português no acesso à universidade de futuros professores de 1.º ciclo, 2.º ciclos e educadores de infância. Outras das peças deste processo passam pela “revisão das habilitações para a docência”, projecto de decreto de lei que “reforça na formação dos futuros professores as áreas científicas que vão leccionar”. “Para um professor de Português, são necessárias mais horas de formação em Português, para um professor de Geografia são necessárias mais horas de formação em Geografia, e por aí adiante”, explicou Crato.

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