Na sequência da divulgação dos critérios de correção apresentados para a PACC, dediquei-me a rever (apenas) alguns dos documentos produzidos e divulgados pelo Ministério da Educação segundo esses mesmos critérios.

Fica(m) a(s) prova(s) de que naquele organismo seguem a velha máxima do “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”, porque, se assim for, lixas-te.
A ofensa linguística mais gritante, com que, na qualidade de candidata a professora atualmente com isenção de horário, me deparo diariamente, é a que surge na caixa do SIGRHE destinada a formalizar uma oferta de escola. Aquela vírgula ofende-me continuamente e frustra-me num grau inexplicável…
Tudo isto seria cómico, se não fosse trágico.
Obrigada.
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M. Esteves
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