Quarta-feira, 20 de Novembro, 2013


Django Django, Hail Bop

não acredito sem gravações!

Comissão Europeia dá meses meses para resolver a situação dos professores contratados e ameaça recorrer ao tribunal de justiça da União Europeia.

Parlamento, comissão da educação, FENPROF pede a suspensão da prova de acesso.

Escola Francisco Simões, Almada, aluno escreve carta sobre as condições da escola.

Colégios de educação especial do Porto não receberam a verba do estado.

 

o recibo não tem número de contribuinte! Isso é legal?

 

 

de todas as provas!

 

Alguém está órfão aqui e se apresenta de medo!

 

 

  • Quem contesta a realização de uma prova não se queixa de estarem previstos poucos locais para a realizar.
  • Quem contesta a classificação de uma prova não regateia o pagamento dessa mesma classificação.

Estou a ver mal as coisas?

Já esta quarta-feira, ficou disponível na página de Internet da Fenprof um «Guia Anti-Prova».

Fui à fonte e a esta hora (21.20) não dei por nada.

Quanto à FNE é divertido dizerem-se contra a prova e depois lamentarem que estejam previstos poucos locais para a sua realização. Será que só eu acho que esta argumentação é… um bocado… coisa?

Já a posição do PS, que criou a prova, é absolutamente oportunista e hipócrita:

O PS manifestou-se contra a atual regulamentação da prova. Defende a existência de avaliação contínua, recorrendo a instrumentos diversificados, com mecanismos de acompanhamento de dificuldades pontuais, e considerou que uma prova escrita seria uma ínfima parte deste processo. Na opinião do PS, é preciso reconhecer os bons professores mas entende que hoje não há avaliação do desempenho mas, tão só, um relatório. É necessário, para além disto, maior investimento na formação. O PS considera, também, que tem dado provas de ser um defensor intransigente da Escola Pública. Insiste na sua oposição à regulamentação publicada pelo atual governo e, contra o que entende ser a retórica da responsabilidade do PS nesta, matéria contrapôs a constatação de que os seus governos nunca a aplicaram.

***

Em reunião hoje realizada entre uma delegação da FNE que integrava o secretário geral, Cristina Ferreira e António Sota Martins, e uma delegação do Grupo Parlamentar do Partido Socialista que integrava os Deputados Acácio Pinto e Odete João, foi verificada uma forte convergência em relação à contestação à realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, considerada por ambos como uma inutilidade, para além de representar uma desconsideração em relação a milhares de docentes que têm servido o sistema educativo, alguns com mais de 30 anos de serviço.

A delegação do PS, admitindo que a existência da prova constasse do articulado do ECD, entendeu que a sua concretização eventual teria de depender de circunstâncias específicas que a justificassem, o que entende que não acontece atualmente.

Ambas as delegações verificaram que coincidem na apreciação de que a realização da prova não dá mais qualidade ao sistema educativo, nem às pessoas que venham a realizá-la.

 

 

 

a problemática de um exame é o reconhecimento da capacidade  e competência do arauto em examinador!

 

 

 

se derrotar um governo pela segunda vez!

 

Sou e continuarei PROFESSOR!

 

 

 

Há pouco, na TSF, ouvia o ministro Miguel Macedo (um daqueles que dá a sensação de não ser tão lobotomizado como outros governantes) a debitar a ladaínha de não ser possível a ninguém, neste caso as polícias, escapar aos sacrifícios e cortes e que estamos na recta final do nosso (?) objectivo de atingir as metas (!?).

O discurso parecia decalcado de outros, apenas mudando os destinatários.

A quem criticava os discursos-cassete de outros nem sequer falta a evocação do desígnio “patriótico”.

 

O que acontece?

Bruxelas dá dois meses a Portugal para resolver discriminação dos professores contratados

A Comissão Europeia alerta para o facto de que a situação laboral de professores com sucessivos contratos a termo é contrária a directiva europeia. Já em 2012 o provedor de Justiça sublinhara a necessidade de mudar a lei.

Até porque me parece que se o MEC for manhoso chumba a maior parte dos candidatos e depois diz que não reúnem as condições…

 

 

eram trinta dinheiros, agora são três

 

 

Na tal prova abjecta, da qual um p’ssarinho me contou pela manhã que será – a realizar-se – coisa de Português, qual a forma da Língua a usar? A forma legal ou a ilegal?

Ser corrigido pelos mais-papistas-do-que-o-papa?

 

Tradução: os-que-se-colocam-a-jeito.

vft

Discordo ali de uma coisinha ou outra, mas deixa estar, que não vou agora estar a martelar no cliché da Escola Pública.

O desespero na Escola Pública

Associação diz que professores contratados devem inscrever-se para fazer a prova

O MEC já publicou o aviso que fixa o prazo de sete dias para a inscrição na prova de avaliação de conhecimentos e capacidades.

Adequado, em especial hoje, em que foi necessário falar aos alunos enquanto tal e não enquanto clientes que podem fazer o que bem entendem na base da crença “o cliente tem sempre razão” que é apenas mais um disparate como tantos outros, em especial quando são mal educados e deasperdiçam um serviço público que lhes é prestado.

Encarados como “clientes” a quem satisfazer, o “vendedor” ou “prestador de serviços” deveria calar-se e esperar que não se zangassem com ele…

Clientes ou Alunos?

… quando o principal som quando alguém se vira para passar o sumário é o de mal disfarçados arrotos (coca-cola ao pequeno-almoço?), a que se sucedem ostensivos bocejos mal se começa a falar sobre algo vagamente parecido com matéria, pois se considera que a História não é a vida, pois a vida está na Casa dos Segredos?

No meu caso passa quase sempre pelo poder que ainda resta ao verbo furioso.

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