Segunda-feira, 18 de Novembro, 2013


Summer Camp, Two Chords

por bosta nenhuma, desta vez é politóloga!

Ou não – sem minhoca. Ou outro césar.

dos inimputáveis de casta?

Também prestará provas, dando o exemplo, ou terá receio de chumbar-se?

Na opinião do ministro “nenhum professor qualificado tem de ter algum receio desta prova”, considerando que, muito pelo contrário, “os professores qualificados, ou os candidatos qualificados a professores, devem ver a prova como uma demonstração que vão fazer da sua capacidade”.

“A greve é um direito constitucional. Veremos esse problema na altura própria”, respondeu relativamente ao protesto convocado pela FNE.

(,..)

O responsável pela tutela da educação disse ainda que “esta prova existe em muitos países e é uma prova que se destina a verificar as qualificações mínimas daqueles que querem ensinar”.

“É natural que haja muitos candidatos a professores que queiram ensinar. Também é natural que nós – representando os pais, representando a educação do país – queiramos ser o mais criteriosos possível”, justificou.

A FNE decidiu realizar uma greve a 18 de Dezembro, no conselho geral da FNE, que esteve reunido em Évora, no sábado passado.

É que eu não quero, sinceramente, acreditar em algumas coisas que vou ouvindo acerca do actual MEC. Até porque conheço a natureza de certas tertúlias.

Vamos lá a ver uma coisa… entre outras… se os professores são “qualificados”, então para que é a prova que não existe assim em tantos países como Nuno Crato dá a entender e muito menos sem ser para entrar na carreira.

Quanto às partes sobre a greve e o facto de ele se achar representante dos pais… nem vale a pena comentar.

São uma barrigada de rir. Apesar de serem para o 9º ano, aposto que 90% dos professores do Ensino Superior chumbariam numa prova a sério com estas metas.

Gosto de muitas passagens exemplarmente “programáticas”, sendo uma delas a seguinte:

4. Distinguir estalinismo de fascismo, salientando a existência de formas semelhantes de atuação em regimes ideologicamente antagónicos.

Esqueceram-se do nazismo ou partilham aquela teoria do “fascismo em geral” tão do agrado do Papa Rosas?

Anexo: MetasCurrHist9Ano

Sindicatos convocam greve para os professores do quadro não avaliarem os professores contratados

Confesso que não percebo bem como é que a coisa vai funcionar, mas espero para me explicarem devagar, que sou loiro por dentro.

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Professor decide viver numa autocaravana perto da escola

Parte nuclear da argumentação de um nosso colega:

Considero injusto o fato de, sendo professor contratado, ser obrigado a realizar uma prova para me habilitar à docência uma vez que:

a) Frequentei e concluí a licenciatura em Ensino da Geografia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa;

a) Leciono a disciplina de Geografia desde Setembro de 2000 (comecei como professor estagiário);

b) Concluí o estágio pedagógico que me habilita à docência em Maio de 2001;

c) Possuo desde essa data habilitação legal para lecionar (à altura era a única necessária e, tanto quanto sei, as leis não se aplicam retroativamente);

d) Cumpri um ano de período probatório, tal como exige a lei;

d)Trabalhei todos os anos letivos desde essa data em escolas públicas, tendo entregue os relatórios de avaliação em todos os estabelecimentos de ensino públicos em que trabalhei (oito), e sido submetido aos procedimentos de avaliação em vigor na altura da efetividade de funções;

e) Nunca obtive, nas avaliações das minhas funções, nota inferior a Bom ou equivalente;

f) Possuo ainda outras habilitações académicas superiores à licenciatura– pós-graduação  e mestrado– na área científica que leciono;

g)Recebi formação especializada para docentes pelo ministério da Educação (o que considero reconhecer tacitamente a minha habilitação profissional);

h) Possuo o Certificado de Registo de Formador, pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua nas áreas e domínios: Estudos Sociais, Geografia e Didáticas Específicas (Geografia), concedido a 18 de Julho de 2013 (o que me habilitará, tanto quanto penso saber pelo MEC, a dar formação a professores);

i) Enquanto professor e formador participei na formação de mais de um milhar de alunos aos quais ajudei a alcançar habilitações literárias reconhecidas pelo MEC e outras entidades e entendo que o não reconhecimento das minhas habilitações para a docência põe em causa a validade dos milhares de diplomas de alunos e formandos para os quais contribuí através das minhas funções;

Existirão outros argumentos mas estes deixam à vista algumas questões e incongruências do MEC.

José Braga Costa

Afinal o termo usado foi “falha”.

Eu devia estar feliz por ter o serviço a funcionar, mas os últimos anos deixaram-me desgostoso com previsões falhadas. Mesmo estas.

Ministro meu, funcionário a  prazo, haverá alguém mais odioso do que a  lulu?

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Estudo ou não? Estou há vinte anos à espera deste exame de consciência.

de Fafe! :mrgreen:

A PT mandou-me um sms a dizer que há uma anomalia qualquer na minha área e que vou ficar 28 horas sem serviço. Que lamentam. Eu preferia que descontassem o serviço por prestar na factura do próximo mês.

Entretanto, a coisa vai e vem.

Nem nas anomalias acertam bem.

Não há felicidade maior do que saber que Deus, o Deus supremo, sublime, transcendente, que fez o céu e a terra, se entregou à morte para me salvar. A mim pessoalmente. Nas nossas cidades e aldeias, nas casas e capelas de Portugal, em especial neste Ano da Fé que agora termina, tudo lembra este facto radical.

Este homem nunca envelhece. É um one-man-show, sempre de olhar brilhante.É o nosso Andy Kaufman, mas sem a parte depressiva.

Quando os markls entram em andropausa repetitiva, os niltons se deixam contratar pela renascença e o RAP se começa a levar demasiado a sério, o homem das neves é uma lufada de ar fresco na comédia nacional.

… pelo que estou livre destes ajuntamentos a fazer lembrar coisas meio duvidosas.

Passos Coelho apela aos portugueses para se aliarem independentemente do partido

Será que ninguém diz ao general, desculpem, ao PM que muito pouca gente o ouve e praticamente só os que dele dependem lhe ligam?

O F. Moreira de Sá dizia a semana passada que a imagem do Governo só melhoraria com uma lavagem aop cérebro do PM.Eu acho o contrário… que a lavagem que lhe fizeram ao cérebro é que precisava ser revertida.

Ainda não se apercebeu que já entrou na fase Sócrates II… a falar apenas para as clientelas que o largarão, assim que lhes cheirar a outro senhor. E que a única coisa que lhe dá alguma segurança é… claro… o tózéro.

As duas Pontes entre Leça e Porto disfuncionais. Porquê?

Por vezes a sensação de estarmos a viver num País totalmente desorganizado e sem planeamento, é a que ocorre, ao comum dos utilizadores de viaturas automóveis neste País. Para não falarmos aqui e agora nas restantes situações!

Aqui, pelo Porto e arredores, se houver um “toque” na VCI o trânsito, fica tudo interrompido durante horas, na zona do acidente e na área envolvente que pode ser de quilómetros.

Quando se fazem necessárias repavimentações de locais de circulação que merecem que tal seja feito, é sempre de dia, nas horas de ponta, e nunca e só à noite, rápida e correctamente consumado para não incomodar tudo e todos e fazer gastar de combustíveis desnecessariamente. E, até facilitar a vida dos trabalhadores, que escusam de ter que se preocupar com movimentos aqui e ali de automóveis e sempre a ter que mudar sinalização!

Quanto à inutilização em simultâneo de duas pontes, as únicas, que fazem a ligação Matosinhos/Porto a Leça, é, estilo País do Sul. E é pena, mas é, custe a quem custar.

Não se pode programar uma avaria numa ponte móvel, mas tem que se explicar, explicar, explicar, como avaria, porque avaria, e como e quando, vai possivelmente ser reparada. E os nossos media andam sempre em procura de noticiário, deem-lhes “novidades”!

Como e porquê se fazem obras na outra ponte no tempo em que mais movimento a mesma tem, e não em Julho/Agosto quando menos circulação teria? Já estavam feitas!

Mas, dada a nossa característica desprogramação e desorganização, seria, talvez de explicarem, por que raio de ideia foram estas Obras feitas só nesta ocasião? Porque não fazem tudo por forma que o trabalho seja feito em força à noite e não de dia, e mesmo assim muito lentamente? Pagando as devidas compensações aos trabalhadores por trabalharem de noite, mas muito mais rapidamente, ficando todos a beneficiar.

Porque raio os políticos – todos, todos, todos – deste País não procuram encontrar soluções para estes pequenos grandes problemas, em vez de se estar sempre a maldizer dos outros? A falar sem nada dizer e ainda menos fazer!

Talvez em tudo, muitas mais explicações deveriam ser dadas a todos por todos, que não só no trânsito! E soluções sem problemas, programação, explicações!

Ah e na VCI, já está tudo parado mais um pequeno acidente!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Novembro de 2013

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