Segunda-feira, 11 de Novembro, 2013


Frankie Goes To Hollywood, Relax (Don’t Do It)

Caro(a) Classificador(a) de Português,

No momento em que se anuncia a realização da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades (PACC), específica para a docência, cumpre a este Instituto assegurar a gestão do respetivo processo de classificação. Neste sentido, pretendemos contar com aqueles que ao longo dos últimos anos têm sido o garante do rigor e da fiabilidade da classificação das nossas provas: os nossos Classificadores, em articulação com os Supervisores. Assim, não podemos deixar de lhe propor que nos acompanhe em mais este projeto, pelo que solicitamos que nos informe da sua disponibilidade para exercer as funções como Classificador(a) da PACC, no modelo de supervisão estabelecido para outros projetos.

Informamos que o papel do(a) Classificador(a) implica a classificação, em média, de 100 respostas a um item de resposta extensa, o que corresponde a 100 provas. Cada resposta terá entre 250 e 350 palavras, aproximadamente.

Como Classificador(a), desenvolverá esta tarefa em regime de acumulação, previsivelmente durante a interrupção letiva de dezembro/janeiro, auferindo o valor de 3 € por resposta classificada.

Caso deseje participar neste projeto, deverá preencher a ficha em anexo a este e-mail, para procedermos à atualização dos seus dados. Depois de devidamente preenchida, a ficha deve ser gravada no mesmo formato (Excel) e enviada, para este endereço eletrónico, até ao dia 18 de novembro, juntamente com uma cópia do recibo de vencimento. Para proceder a esse envio, deverá usar o mesmo endereço eletrónico que indica na sua ficha como email pessoal para contacto, que se presume ser consultado com regularidade.

Solicitamos, ainda, caso não pretenda participar neste projeto, que nos informe, em resposta a esta mensagem eletrónica, no prazo máximo de 3 dias (até 14 de novembro).

Até ao final de novembro, informá-lo-emos sobre a sua participação, conhecido que seja o número de candidatos inscritos na PACC.

Antecipadamente gratos pela sua colaboração, enviamos os melhores cumprimentos,

Paula Meneses

A Direção de Serviços de Avaliação Educativa

Mas e a pessoa não quiser, não basta não responder?

E já, agora, há quem se preste a este serviço? O meu desprezo antecipado.

Portaria n.º 332-A/2013. D.R. n.º 218, 2.º Suplemento, Série I de 2013-11-11

Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência

Regulamenta o Programa de Rescisões por Mútuo Acordo de Docentes integrados na Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Ao contrário dos rankings costuma dar muito boas classificações à maioria…

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS – DOCUMENTOS DE ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS

Documentos de enquadramento

Disponibiliza-se a todos os interessados, designadamente às escolas que vão ser avaliadas, um conjunto de documentos de enquadramento da avaliação externa:

A partir do Ad Duo, dei com a mais nova e inovadora novidade da ADD: Nota Informativa – Avaliação do Desempenho Docente 5Nov13.

ADDNov13

É uma palhaçada. Não há outro que se possa aplicar a esta ficção.

Com jeitinho, ainda aparece por aí a MLR a fazer um artigo de opinião a dizer que a ADD não serve para nada e os papalvos batem palmas.

 

… o que como fé já faz qualquer um ganhar o Paraíso na Terra:

Atalaia Cristão <atalaiacristao8@gmail.com>

20:51 (há 48 minutos)

para Bcc:mim
*Boa Tarde !!!*
*Na Vida nada é por acaso, e este email não é por acaso.*
*Quero te dizer que Jesus te Ama e que em breve Ele voltará.*
*Ainda dá tempo de arrepender, de ter uma vida ao lado de Deus.*
*A escolha é sua.*

*””Abandonem os seus pecados… voltem-se para Deus… porque o Reino dos
Céus está para chegar logo””. Mateus 3:2*

John Major ‘shocked’ at privately educated elite’s hold on power

Former PM blames ‘collapse in social mobility’ on Labour and says government should do more to help pensioners.
.

John Major is right – in education, money still buys a better chance of success

Britain has a clear and shameful lack of social mobility, and private, fee-paying schools are symbolic of the wider link between how much money your parents have and how much opportunity you’re given.

Mobilidade social?

Por cá a mensagem é… os pobrezinhos que fiquem nas suas esolinhas más, que a malta paga o cheque aos que querem “escolher”…

Crato tem 19,4 milhões para o ‘cheque ensino’

Até porque o “apoio às famílias” entra directamente…

O apoio para cada aluno vai depender do rendimento ‘per capita’ do agregado familiar e ainda vai ser definido em portaria, mas não deverá ultrapassar o custo médio anual por aluno da escola pública, que ronda os 4.011 euros. Este montante vai ser transferido directamente pelo Estado para os colégios onde o aluno está inscrito e caso o estudante mude de escola o estabelecimento perde a verba transferida.

Ou acreditavam que eles confiavam mesmo nas sacrossantas “famílias”?

Apre…

O negócio é para ficar entre eles…

Pelas minhas contas isto dá 5000 cheques… mas tudo depende da porcaria, desculpem, portaria…

Será que pagam o passe social à malta aqui da margem sul para irem todos para o S. João de Brito, o Valsassina ou o Colégio Moderno, para não ser sectário nas obras?

 

Por isso, as gravações?

 

 

 

 

os capachos consideram-se uns apetecíveis tapetes

 

 

 

Fui para História, é possível que isso me livre da suspeição de ser maluquinho por números e coisas assim. Mas impressiona-me sempre a abordagem holística (eufemismo para outra coisa) que muita gente defende para conhecer os fenómenos sociais e mesmo os educativos.

Ou aquela postura anti-avaliação, muito maiode68, do paradoxal proibido proibir como se fosse proibido avaliar de forma quantitativa, como se isso fosse um atestado de menoridade intelectual e conceptual a quem o defende e pratica, pelo meio de outras coisas. Como se fossemos praticar a horrível selecção e a abominável exclusão. Como se não pudesse ser apenas uma forma de conhecer.

Conhecer a realidade – a menos que sejamos empedernidos idealistas – implica de alguma forma medir qualquer coisa, nem que seja de forma imperfeita o tempo e o espaço em que nos movemos. Qualquer movimento nosso implica um cálculo, mesmo a quem nem se apercebe de tal.

Não que tudo se deva reduzir a números – isso é a parvoíce de muito economista de algibeira e investigador social armado em “cientista” – mas pelo menos algumas coisas ganham em ter uma configuração quantitativa, mesmo que isso implique – ó meus zeuses e júpiteres – o estabelecimento de seriações e comparações, bases e topos. e nada mais caricato do que ver quem critica o igualitarismo numas coisas a criticar as tabelas ordenadas em outras.

O mesmo para quem acha que a existência de exames implica um “paradigma” específico na sua prática pedagógica. Desculpem-me lá, se só por existir um exame no final do ano ou do ciclo de escolaridade mudam toda a vossa forma de ensinar ou se sentem inadaptados é porque andam com baias estreitas a limitar-vos a metodologia.

Sim, eu sei… há quem seja um one trick pony e tenha ficado com aquilo em que passou a acreditar há 10. 20. 30 ou 40 anos como fé única, a menos que seja como muitos dos nossos políticos que foram a lavar lá fora e entraram na Portela penteadinhos e liberais quando tinham saído desgrenhados e neo-marxistas (embora apenas tenham substituído um trick por outro).

Os exames, a avaliação quantitativa, os rankings fazem parte da vida de alunos e professores e assim deve ser. Mas não esgotam essa mesma vida, são apenas uma das suas partes. A sua existência não é um mal em si. Centrarem-se – defensores e opositores – apenas nisso ou quase em exclusivo nisso é que é um erro.

Sei que não sou doutor dos que prepararam alunos para a Universidade, pois lido com isto a uma escala menos dramática (sou um professor básico, logo, de segunda, para muitos dos que não gostam de hierarquias e seriações, excepção àquelas em que se sentem no topo), mas quando ouço ou leio alguém a dizer que a existência de exames implica um tipo de ensino obcecado com exames dá-me vontade de lhe atirar uma panela de azeite a ferver para cima, pois apenas está a confessar que apenas sabe fazer uma coisa, ou uma coisa de cada vez e é incapaz de circunscrever a preparação para os exames à sua real dimensão na sua prática pedagógica.

Ahhhh… e isto tem tudo a ver com o início do post, porque é muito habitual que esta forma de encarar a avaliação vá a par do horror à quantificação.

Bem… nem sempre… há quem até goste de medir os outros e o que os outros fazem. Só não o querem é para si.

Mas isso agora não interessa nada.

Entre a História e a vida

            Historiadores e filósofos clássicos como Heródoto, Tucídides ou Cícero acreditaram que “a História é a mestra da vida”. Alguns autores mais recentes, no entanto, têm vindo a sustentar que a grande mestra da História (e da Humanidade) é a vida: enquanto esta nos grava na pele as duras aprendizagens adquiridas à custa dos nossos próprios erros, a primeira limita-se, em traços sumários, a mostrar-nos à distância alguns percursos trilhados pelos nossos antepassados. Trata-se de uma distinção que, embora simplista, talvez possa ajudar-nos a compreender a crónica dificuldade que sentimos em aprender com os erros dos outros…

            Vem este arrazoado a propósito de uma reflexão que já algum tempo venho amadurecendo acerca das relações do Homem com a História, em particular nestes tempos tão estranhos que continuamos a viver. Estar atento aos sinais dos dias deveria ser uma tarefa de todos os cidadãos e, em particular, daqueles que consagram a vida ao estudo desta “narrativa científica”. Também por isso, não consigo aceitar (embora me pareça fácil explicar) o “enterrar da cabeça na areia” que para aí vai grassando, mesmo entre pessoas com responsabilidades histórico-culturais evidentes…

             Por isso, no início deste terceiro parágrafo lanço um desafio ao leitor: perca algum do seu tempo a observar as emissões do “Canal História”. Aí, poderá deparar-se com várias “preciosidades esotéricas”, que podem passar pela procura de seres extra-
-terrestres nas mais surpreendentes construções feitas pelo Homem, no âmbito das várias civilizações, ou até mesmo, só para dar outros exemplos bizarros, pela busca de vampiros, monstros lendários ou deuses que se fizeram Homens… Podia, afinal, falar de um “Canal História” que, de um modo regular, parece querer falar de tudo, menos de História. Naturalmente que, se um canal que deveria ser de referência é assim, nem vale a pena explorar o que acontece no caso dos generalistas… big brother’s (ressalve-
-se aqui, apesar de tudo, o meritório esforço da RTP2 do ponto de vista cultural, pese embora a espada de Dâmocles – leia-se, privatização – que paira sobre a sua cabeça…).

            Esta é, no entanto – como outros articulistas já denunciaram –, a ponta do icebergue de uma tendência mais vasta, que se reflecte, por exemplo, no modo como a História aparece representada nos escaparates das grandes superfícies comerciais, com títulos cada vez mais sensacionalistas e graficamente adornados, mas cujo conteúdo está, afinal, para a História como um camelo para o rio Mondego… Depois, quanto aos estudos sérios que ainda vão existindo (sim, porque neste país ainda se produz alguma investigação séria e rigorosa), quando conseguem ser editados, raramente chegam ao grande público por mais de uns fugazes instantes, logo desaparecendo (inexplicavelmente?) dos expositores.

            Serão estas grandes transformações inconscientemente fabricadas pelos arautos do neo-liberalismo reinante neste novo século, quais usurários que há muito venderam a alma ao Diabo, em nome do seu único deus, o dinheiro? Tratar-se-á apenas de ignorância ou as razões serão mais obscuras? Existirá uma estratégia deliberada de reconverter os cidadãos em súbditos, o pensamento em obediência? Estaremos, afinal, a regressar paulatinamente, sub-repticiamente, a um Estado totalitário, que se intromete nos mais variados domínios da existência do indivíduo, regulando e vigiando obsessivamente tudo o que somos, passando até mesmo pelo número de animais que acolhemos dentro das casas onde vivemos? Aproveitar-se-ão os líderes do facto de as multidões preferirem ser conduzidas, em detrimento de tomar as rédeas do futuro nas próprias mãos? E poderão, efectivamente, tomá-las? O leitor saberá encontrar a sua resposta. Mas, por favor, reflicta. E ouse discordar das minhas respostas.

            Respostas que, afinal, são cada vez mais difíceis de encontrar, sobretudo para aqueles que se sacrificaram ao longo de uma vida inteira ou para os jovens que desperdiçaram décadas a concluírem percursos académicos, muitas vezes com distinção, e depois são convidados a emigrar para o resto dos seus dias. Respostas que, de resto, não estão ao alcance dos comuns mortais e cujo sentido, por mais que os nossos manhosos líderes nos procurem inculcar, deixam sempre qualquer ser pensante com a pulga atrás da orelha. Afinal, como recentemente me escrevia um amigo, este país já não é para jovens, nem para idosos e, naturalmente, ainda menos para crianças. Este país é para as pedras e, claro, para os arrivistas, os burocratas mangas-de-alpaca, os corruptos, os farsantes, tantos engenheiros ou doutores “à la burla”, que depois até lançam livros onde se apresentam como vítimas de um sistema que ainda há bem pouco tempo ajudaram habilmente a forjar…

             Atravessamos um período de indefinição, laxismo, niilismo, anomia e, sobretudo, de total impunidade em relação aos protegidos dos vários reis que para aí existem. Efectivamente, pensando bem, Portugal abandonou a Monarquia em 1910, mas nunca deixou de ser um conjunto de pequenos reinos, governados por vários caciques, cuja utilidade é tantas vezes justificada com o pretexto de um carimbo ou uma simples rubrica. Olhamos à nossa volta e vemos polícias condenados à prisão por terem colocado a vida em risco, perseguindo criminosos; pais com medo de imporem regras aos filhos, pela pressão social de algumas correntes psico-pedagógicas que transformam as crianças em deuses que não podem ouvir um não ou sentir o traumatismo da frustração e muito menos de um berro; professores ameaçados, agredidos, publicamente humilhados e, agora, forçados a fazer provas cujo principal objectivo, além de representar um belo encaixe financeiro para os cofres do Estado, passa por escamotear os dramáticos números do desemprego. Afinal, deixarão de existir docentes desempregados, cinicamente reconvertidos em candidatos a professores que não conseguiram obter aprovação na tal prova generalista já do dia 18 de Dezembro, onde serão testadas as competências esotéricas que para aí grassam… A verdade é que a qualidade do sistema não constitui o grande objectivo deste tipo de medidas com carácter eliminatório que, de resto, me fazem lembrar um pouco a trágica anedota do paciente que se dirige repetidamente ao médico, queixando-se de dores no peito e o clínico limita-se a mandar-lhe repetir exames atrás de exames, até que o desgraçado lá acaba por morrer e, desse modo, contribui para a redução estatística do número de doentes. Não é, afinal, o que tem sucedido em Portugal ao longo dos últimos anos com esta obsessiva ideia de que tudo se resolve com mais exames, em detrimento de atacar as verdadeiras causas? A este ritmo, não tardará que deixem de existir desempregados, pobres, deficientes ou quaisquer outro tipo de calamidades e então o reino dos céus terá, finalmente, chegado a este cantinho do Mundo… Hoje, no meio de tanta miséria e de tanto cinismo, os acenos que o poder nos faz são cada vez mais apetecíveis. Depois, resistir-lhes implica uma integridade, que, reconheço, nem sempre se coaduna com a necessidade de sobrevivência.

            As linhas traçadas para o futuro deste país, nomeadamente ao nível da Educação, são simplesmente desastrosas. Veja-se, por exemplo, a preconizada privatização das Escolas (ninguém se iluda: é o que está realmente a acontecer), que significará “apenas” a destruição de um dos mais poderosos meios de mobilidade social ascendente construído neste país no pós-25 de Abril e que permitiu a vários jovens (entre os quais me incluo) continuar a estudar e ensaiar construir um futuro diferente das raízes onde nasceu. Com todas estas medidas, no mundo dos privados, as elites poderão continuar a perpetuar-se (dinheiro gera dinheiro, poder gera poder) e os desgraçados do berço poderão igualmente perpetuar-se… na miséria. Estamos, afinal, perante um profundo retrocesso civilizacional.

            Os arautos que nos desgovernam parecem efectivamente acreditar no efeito Mateus: “Porque ao que tem, dar-se-á e terá em abundância; mas ao que não tem, ser-
-lhe-á tirado até mesmo o que tem”. Será que é apenas porque nunca conheceram o amargo de não ter? A verdade é que – perdoem-me o desabafo – ninguém deveria governar os outros sem conhecer o sabor da fome, sem sentir na pele a verdadeira dimensão da realidade.

            Neste último parágrafo, debruçado entre a vida e a História, opto pelas pontes que unam as duas construtoras da memória e, consequentemente, de tudo o que somos. Recordando o meu próprio percurso pessoal e daqueles que me são mais próximos, regresso à História-ciência e História-docência a que um dia pensei, ingenuamente, poder consagrar a vida, em regime de exclusividade. Regresso a todos os gigantes que continuam a transportar-nos aos ombros. Regresso a esses gigantes, a tantos heróis do silêncio do anonimato, que merecem, pelo menos, a nossa indignação. E deles recupero uma lição que a História parece querer gritar-me – se a indiferença vencer, o século XXI não será muito diferente do século que o antecedeu: 1914-1918 – I Guerra Mundial; 1939-1945 – II Guerra Mundial, Holocausto… Será mesmo necessário continuar a escrever, sabendo que apenas este último conflito terá provocado mais de 50 milhões de mortos e a banalização do genocídio? Até quando a História e a vida caminharão de costas voltadas dentro de cada um de nós?

Renato Nunes

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Isto dá para quantas rescisões? Nem 2000?

Crato tem 86 milhões de euros para pagar indemnizações

Básico e secundário têm 83.7 milhões para pagar rescisões a professores. Ministério diz que verba pode não ser “gasta integralmente”.

Mas vai sobrar dinheiro, nisso estão certos.

E poderão aplicar em “projectos”… 🙂

… sempre se podem ler uns pedaços aos alunos, para verificar…

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Público, 11 de Novembro de 2013

Com o devido agradecimento ao autor.

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… depois das 11 horas. Vou estar por lá, excepcionalmente em tempo de aulas, com uma série de ideias pouco ortodoxas, pois gosto de rankings, mas não dos títulos que se fazem normalmente a partir deles.

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Aguarda-se programa em colaboração com Camilo Lourenço, João C+esar das Neves e o Arroja Jr.

Rui Machete diz que Portugal só evita um novo resgate se juros descerem para 4,5%

Portugal está a sair da recessão técnica, diz Machete

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, afirmou hoje, na Índia, que Portugal está “a sair da recessão técnica” e destacou que a economia portuguesa está hoje “muito mais competitiva”.

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