Quinta-feira, 7 de Novembro, 2013


Vampire Weekend, Unbelievers

Aqui.

 

aprender com o toiro

 

 

Ecos da reportagem “Verdade inconveniente” da TVI – Os directores das escolas públicas

Escolas de Oliveira do Hospital sem professores para alunos com necessidades educativas… até ao dia marcado para a manifestação.

Mãe de aluno agride professora que fica inconsciente, Guarda.

O mais estranho é a representante sindical a dizer “nós somos profissionais e sabemos que estas coisas podem acontecer” (1:37)

Agora somos profissionais em levar porrada? Faz parte da profissão? Isto vindo da parte de uma representante sindical…

(c) Calimero Sousa

 

Uma coisa é aquilo que se é – em contraponto ao que nunca se será; que é como quem diz que virtualmente serei sempre… canhoto.

 

 

Prós e contras… na falta de pós e contas.

Segurança Social pede a homem que devolva dinheiro recebido durante “gravidez de risco”

(…)

A carta, assinada pela directora da unidade de Desenvolvimento e Administração de Recursos Humanos, tem como destinatário Albino Dias Ribeiro, ex-funcionário dos serviços. Ouvido pelo jornal, o homem responde com humor. Diz não se recordar da gravidez mas “espera” uma “recompensa por ter sido o primeiro grávido do país”, caso se confirme.

Off yer bikes! Cyclists are a menace to society — and self-righteous to boot

You are just pedalling, you plastic-hatted ninnies, not saving the bloody planet.

porque é que iria achar que esta não será apenas para noticiários esperados?

É que a última foi cancelada sem resultados.

 

Escola que custou seis milhões precisa de obras

Há apenas dois anos em atividade, o Centro Escolar Serra do Pilar, em Gaia tem janelas partidas, falta de estores e trincos de segurança nos vidros do primeiro andar, o portão está avariado e há infiltrações

Quem quiser colaborar…

motivação docente é uma problemática bastante relevante no sistema educativo português, porque afeta, não só os professores, como também o funcionamento das escolas, uma vez que os docentes são os principais responsáveis pela qualidade do ensino e pela motivação dos seus alunos. Além disso, estes profissionais, são os atores mais importantes na implementação das reformas educativas.
Apesar da sua importância, este aspeto tem perdido relevância, em termos de investigação, ao longo dos últimos anos, porém é cada vez mais importante conhecer os índices motivacionais dos professores, uma vez que eles contribuem, de forma incalculável, para a formação de várias gerações de cidadãos ativos.
Com o objetivo de analisar este aspeto numa ótica organizacional, considerando que a escola é, em si própria, uma organização, estamos a desenvolver uma investigação com o título: A motivação profissional dos docentes do Ensino Básico e Secundário: a influência de variáveis organizacionais, individuais e pertencentes à interface sujeito-organização.
As perguntas inseridas no questionário referem-se às percepções que possui relativamente a um conjunto de variáveis que afetam a sua motivação profissional. As respostas facultadas são totalmente confidenciais, sendo toda a informação utilizada apenas para os efeitos desta investigação.
Não existem respostas certas ou erradas. Por favor, leia cuidadosamente cada questão e faculte a sua opinião honesta. Procure responder a todas as questões.
O link para resposta ao protocolo de investigação encontra-se abaixo:
No final da investigação serão dados a conhecer os seus principais resultados, de forma a que todos possamos conhecer os níveis motivacionais dos docentes do Ensino Básico e Secundário portugueses.
A sua participação é bastante importante!
Muito obrigado!
João Viseu

HISTÓRIA DOS MUNICÍPIOS NA EDUCAÇÃO E NA CULTURA: INCERTEZAS DE ONTEM, DESAFIOS DE HOJE

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No fundo é a lógica das taxas cobradas para se fazer a prova de ingresso na docência.

Uma boa ideia para combater a crise… perante o aumento de desempregados, obrigá-los a uma prova para poderem ter emprego e cobrar-lhes por isso.

Ou sou eu que vou ficando desactualizado.

Conta-me alguém que numa escola pelo centro do país se justifica a atribuição de cargas horárias diferentes em turmas do 9º ano, na disciplina de Matemática, com a “falta de crédito horário”.

Ou é falha de comunicação, ou problema de expressão, ou então é outra coisa, pois o “crédito horário” (ou falta dele) não pode servir de argumento para que uma turma tenha menos horas do que deveria, em especial no 9º ano e em disciplina com avaliação externa.

… numa exposição de qualquer tema, no acompanhamento de um argumento que está a ser desenvolvido, numa troca de opiniões com coerência.

A informação precisa cada vez mais ser fragmentada em pequenas unidades e sequências curtas. A repetir, de forma concisa, directa, muito clara, caso contrário não é retida ou então é retida de forma distorcida.

Não falo apenas da miudagem.

Parece que é devido à velocidade dos tempos que atravessamos, da pletora de estímulos, e que o nosso cérebro ainda não teve tempo para se adaptar.

Cães, gatos e a falta de oportunidade

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Quando tudo anda demasiado confuso em todo o lado, todas as pessoas, sem excepções, mas mais ainda as que supostamente tem mas visibilidade e responsabilidades, devem criar soluções, devem ajudar, e não inventar problemas ou mais baralhar.

Como é evidente ao perder-se tempo – próprio e dos outros – a definir o número de animais, ditos domésticos, cães e gatos, por habitação, o importante, urgente e necessário fica esquecido.

Seria por certo muito mais conveniente e convincente, ajudar os “donos” de cães e gatos, independentemente da quantidade na posse de cada um, a ter cuidados elementares com os mesmos, para além do proveito que lhes possa dar, não ser não poucos vezes, incómodos para os outros.

Seria necessário, não só nesta, mas nesta aérea também, sensibilizar os proprietários, essencialmente de cães, a recolher os dejectos em sacos plásticos e depois deitá-los nos caixotes do lixo quando vêm com eles fazer as suas necessidades, em passeios, jardins e ruas públicas. Uma falta de higiene constatada por todos, e um desrespeito pelos outros que se não tiverem cuidado levam a porcaria para casa nos seus sapatos, que custa imenso retirar e é uma maçada.

Seria também conveniente lembrar o uso da trela, do açaime, que poucas vezes acontece, mesmos os seus proprietários dizendo que são muito “mansinhos e não fazem mal”. Fazer vacinar os que tem que sê-lo. São normas, são regras, para serem cumpridas. Mas claro, seria essencial utilizar-se o tempo a melhor divulgar estas situações e deixar de inventar o que não deve ser “inventado. Que não passa de mais problema em cima de problema, e não solução.

Ou seja, sensibilizar quem tem cães e gatos que os pode e deve ter na quantidade conseguível de os ter, com qualidade para todos os envolvidos, que não só os próprios animais como seus donos, bem como todos os restantes habitantes – pessoas e animais – deste país tão em desnorte.

Preocupemo-nos com qualidade até de vida, e não quantidade de cães e gatos, e haja vontade de fazer sempre parte da solução e nunca o inverso.

Augusto Küttner de Magalhães

Novembro de 2013

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(c) Antero Valério