• Uma indispensável reforma da LBSE que, no presente, já é letra morta em muitas das suas passagens, mas que deveria existir o decoro de adaptar às violações que lhe foram feitas e que já estão no horizonte próximo.
  • Uma flexibilização do regime da administração das escolas públicas, para que elas possam concorrer em verdadeira liberdade e autonomia com as “alternativas”. é ridículo que se tenha de passar a gestão privada uma escola pública para que possa existir um “projecto” de equipa, não unipessoal. Ou que a orgânica interna dos mega-agrupamentos seja mais leve e não obrigatoriamente piramidal.

O que está no guião?

GuiaoEdu8Apenas a cedência, em jeito de pagamento que vai tardando, do apoio de certos grupos que pretendem ter mais do 5% do orçamento do MEC, pois consideram-se no direito de reclamar mais (15-20-25%) de subsídios directos ou indirectos a uma actividade que afirmam ser privada.

Ao governo não interessa aperfeiçoar o desempenho da rede pública, aquela que tem a seu cargo gerir da forma mais adequada, dando-lhe a liberdade indispensável para melhorar. Pelo contrário, interessa-lhe manter ou agravar o espartilho para que a concorrência externa possa, mais facilmente, apresentar 2sucesso” e assim justificar o aumento das tranches para os seus orçamentos particulares.

A factura está a pagamento há dois meses… é preciso apressar as coisas… a segunda parte do mandato deve corresponder mais fielmente às expectativas.

Mesmo se, em caso de alternãncia eleitoral em 2015 para um governo PS ou PS-CDS, os riscos sejam mais no ritmo da concretização do acto do que na capacidade de seduzir os governantes…