Quem lá chega, só sai se não puder fazer tudo para lá continuar. O contrário é a excepção. Achará Rui Tavares que é nas europeias que se agitam as águas internas’ Ou isto não se trata da formalização organizacional da cisão pessoal com o Bloco? Terá ele mais sorte do que o MAS?

Rui Tavares poderia ter dado um exemplo de desapego. Optou por achar que era melhor outra coisa.

E jjá agora… o que vai restar do Bloco daqui por um ou dois anos, após a desavença das cúpulas, sem serem as envelhecidas bases da UDP e alguns ex-PCP?

E da Esquerda “alternativa” em migalhas o que valerá a pena o PS ir pescar para as suas listas? Porque ex-personalidades bloquistas (mesmo que “independentes”) à solta é o que há para aí mais…

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Expresso, 2 de Novembro de 2013