Já se sabe que a notícia dos dias que passam do nosso jetseiseumquarto é a separação entre o “filósofo” M. M. Carrilho e a apresentadora-socialaite (very laite) Bárbara Guimarães.

A coisa tem o interesse que tem. Nem mais, nem menos do que qualquer discussão assanhada em duas pessoas que revelam uma certa baixeza de meios para atingir os seus fins. Aliás, quando venderam os direitos da reprodução de fotos do seu rebento, perderam qualquer credibilidade em relação ao que pensam da sua vida privada, trocada por uns milhares de euros. Não entro, portanto, pela via dos que reclamam o direito à privacidade dos visados que de livre vontade prestam declarações e dão entrevistas sobre a sua intimidade.

Mas o que mais impressiona é a quantidade de pessoas que reprova a exposição da vida particular do ex-casal e do tratamento jornalístico que está a merecer, ao mesmo tempo que reproduz e coloca links para essas mesmas notícias que consideram abusivas, de mau gosto e de mau jornalismo. Num provedor do leitor ainda se entenderia, mas em críticos da coisa, é esquisito.

É sempre estranho quando se opta por colaborar na ampliação do que se considera ser uma epidemia de algo mau e pelos vistos muito contagioso.