• Em Setembro do ano lectivo 0 anuncia-se que em Maio do ano lectivo +2 se irá introduzir uma prova de aferição para alunos de 6º ano na disciplina X.
  • Em simultâneo, pode anunciar-se a introdução de um exame para o 9º ano, nessa mesma disciplina, em período experimental no ano lectivo +3.

Desta forma, alunos e professores terão um ciclo de escolaridade – aquela que dizem ser a unidade base para se desenvolver o currículo e avaliação das diversas disciplinas – para fazer o seu trabalho e não meia dúzia de meses, após um qualquer parecer do CNE a meio do ano lectivo 0 para que se faça uma prova/teste intermédio/ exame no final desse mesmo ano lectivo.

Como se reparará, o processo é muito simples e não exige ninguém sobredotado para conceber e compreender o cronograma. E ainda há formas melhores de se fazerem as coisas, pelo menos para mim, que não tenho fobia aos exames, nem a tinha em tempos de aluno (e olhem que fui aluno muitos, muitos anos… formalmente até ao meu último exame que foi em 2007), mas esta já é uma forma razoável de se fazerem as coisas.

Esta metodologia tem é um problema… pode não se ajustar aos ciclos político-eleitorais…

E procura respeitar alunos, famílias e professores, o que nos tempos que correm ainda é capaz de ser considerado um luxo.