Traduzindo… os sucessores dos CNO.

O Arlindo publicou uma lista das candidaturas aprovadas (CQEP-Relatório-Preliminar) que, dizem-me ao ouvido, tem algumas particularidades ao nível de interesses de certos e determinados grupos de interesses na matéria, incluindo alguns mais mediáticos e outros mais discretos.

Ou seja, o problema da reformulação da rede de qualificação de adultos parece marcada pelo costumeiro hábito de apaenas reorientar os fluxos financeiros e pouco mudar de essencial.

Deixo apenas a adaptação de um excerto do mail recebido, para posteriores desenvolvimentos, em especial por parte de quem conheça cada zona:

(…)

Para além disso a nossa escola sempre teve cursos EFA e cursos de português para estrangeiros em funcionamento.

Apesar da nossa vasta experiência na educação e formação de adultos (EFA), fomos reprovados porque, segundo consta das parcas informações cedidas ao telefone pela ANQEP, os nossos protocolos não eram novos (ou seja, apresentámos os protocolos com que trabalhávamos e que se encontravam em vigência à data da extinção do CNO, e não forjámos protocolos novos, com base em suposições de trabalho, muitas vezes forjadas apenas para o momento da candidatura) e porque não enviámos os CV de todos os elementos da equipa a constituir (sendo nós uma escola, não poderíamos enviar CV de professores que não sabíamos se se manteriam cá na escola para este quadriénio).
Quando consultámos a lista das entidades selecionadas pela serem CQEP, verificámos com surpresa (ou não) que na nossa NUT (Pinhal Litoral) duas delas eram do mesmo grupo (a EPAMG e o colégio Pereira da Costa), sendo que não só nenhuma delas detém experiência na EFA, como distam entre si cerca de 8 km.
Quantos às restantes NUT, não consigo fazer leituras, pois não conheço a realidade.
Que mais dizer?