“A reformulação para a DRELVT significa que a forma de dividir iria implicar que uma turma tivesse crianças de mais do que dois anos diferentes, o que seria bem pior. O Ministério da Educação prefere ter uma turma ilegal, como é o caso daquela com alunos a mais e crianças com necessidades especiais, só para não abrir uma quarta turma e não gastar dinheiro com mais um professor”, critica Carlos Simões, da Associação de Pais e Encarregados de Educação.