Os números parecem quase coincidir, embora neste momento a relação causal ainda não exista. Mas, quando se atingirem as metas do Governo/MEC para alunos em cursos de linha paralela à regular, sem estímulo para a frequência da Universidade para muitos dos restantes, o mais certo é descermos para valores ainda mais complicados num país tradicionalmente subqualificado.

Mas como o projecto é o do empobrecimento, incluindo o académico, penso que se está no caminho certo. E então daremos cartas na Europa dos técnicos de restauração,da  informática para totós e da canalização.

Exp14Set13

João Grancho: “Este ano, cerca de 43% dos alunos já vão frequentar cursos profissionais”