O Arlindo começou a mostrar os abusos e excessos na formação de turmas (entretanto diz-se que vai ser desdobrada) que estão marcar o arranque deste ano lectivo.

Confesso que o que mais me choca a mim é o que anda a ser feito com os alunos com NEE e turmas em que estão inseridos, em escolas TEIP ou “regulares”.

Há casos de bradar aos céus, mas as pessoas receiam falar, enviar cópia dos documentos ou, se enviam, que possam ser divulgados, pois o medo e está bem vigoroso nas escolas, em especial algumas marcadas por lideranças fortes, estilo moderno.

São coisas de que se toma conhecimento, se deita as mãos à cabeça e se percebe o quanto tudo isto entrou em roda livre.

Porque os principais prejudicados são os alunos mais vulneráveis.

Mas os ajustamentos são assim. Fazem vítimas indiscriminadamente.

Pais dizem que há crianças sem escola

O “corte cego” do número de turmas deixou filhos sem escola, acusa Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais. MEC assegura que “nenhum aluno ficará sem turma atribuída”.