… que não são permitidos às escolas públicas.

A Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO) recebeu hoje do Ministério da Educação e Ciência compromisso de revisão do número de cálculo para constituir turma, que se fixa actualmente em 24 alunos.

O vice-presidente da ANESPO, Amadeu Dinis, disse que, na reunião de hoje no Ministério da Educação, foi apresentada uma sugestão ao secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, de “um mínimo entre 15 e 18 alunos”.

“Considerávamos que os 24 é um valor alto, porque, se baixava de 22 elementos, por desistência de alunos, o montante fixo por turma descia e havia uma penalização de 3,3 por cento no financiamento dessa turma”. “O secretário de Estado aceitou rever, mas não avançou com qualquer número”, afirmou Amadeu Dinis à agência Lusa.

Além do corte de cinco por cento nos escalões dos custos unitários em vigor para as novas turmas, o que resulta, segundo a ANESPO, num corte de cerca de cinco mil euros em turma/curso, outra questão abordada foi a relacionada com os alunos sem residência permanente em Portugal.