Domingo, 18 de Agosto, 2013


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é cada um sentir-se mais contratado do que os pares.

 

Idiotas ímpares cheios de galões e de medalhas!

 

Disse.

que nem posso.

E amanhã terei que poder novamente.

Situação chegada por mail, com pedido de divulgação:

 

Cristina Maria R. V. Fonseca
Rua Santo Estêvão – Pinheiro
3850 – 354 Alquerubim

Exmo. Senhor Ministro da Educação

Assunto: Mobilidade interna e concurso de vinculação extraordinária

Cristina Maria Rocha Vidal Fonseca, professora do quadro com nomeação definitiva, do grupo de recrutamento 510, vem por este meio solicitar esclarecimentos e alertar para situações que devem ser tomadas em consideração na ponderação deste assunto.

  1.  Segundo o artigo 9º “Efetivação da colocação” do Decreto-Lei nº 7/2013 de 17 de janeiro, como é possíveis os docentes que obtiveram colocação no concurso de vinculação extraordinária ficarem ordenados em igualdade de circunstâncias com os outros docentes no concurso de mobilidade interna, se o seu vínculo para efeitos de ingresso na carreira apenas será a 1 de setembro de 2013?
  2. Qual é o enquadramento legal para a situação referida em 1? O Artigo 7º ponto 2 do Decreto-Lei de 17 de Janeiro está a ser violado! Se estes docentes fossem considerados docentes do quadro, não havia enquadramento legal para terem concorrido na 4ª prioridade no concurso interno e externo!
  3. Estes docentes, este ano (agosto 2013), não podem ultrapassar quem já estava nos quadros porque ainda não fazem parte deles! O seu vínculo só teve efeito no concurso da mobilidade interna! No Concurso interno e externo foram respeitados os docentes já existentes nos quadros!
  4. Qual é o enquadramento legal para que a lista definitiva de graduação não fosse respeitada? Em todos os concursos é respeitada!
  5. Estes docentes só ingressam na carreira a 1 de setembro de 2013, que foi no ano em que obtiveram colocação! Como é que já tem efeito o que ainda não aconteceu?
  6. Se as listas que foram publicadas a 14 de agosto, são provisórias ainda podem resolver legalmente a situação! Respeite-se a lista definitiva de graduação em cada prioridade!
  7. Os docentes da vinculação extraordinária não podem ser colocados como se já tivessem ingressado na carreira, porque legalmente não fazem parte dela, por isso tiveram uma prioridade diferente em Abril! O que mudou legalmente entre abril e 31 de julho de 2013, para se inventar uma outra lista de graduação?
  8. O Artigo 7º do Decreto-Lei de 17 de janeiro de 2013, é claro no sentido destes docentes concorrerem na 1ª prioridade caso não obtenham colocação no concurso interno, mas não diz que se organiza uma nova lista de graduação para que possam ultrapassar os docentes que são efetivamente do quadro! Onde está o enquadramento legal para a nova lista de graduação?

Com os melhores cumprimentos,

Cristina Fonseca

Estes já não nos tiram.

Sugestões da A. C. e mais algumas:

Another Failed Charter: Do These Schools Have a Future?

 

From School Grades to Common Core: Debunking the Accountability Scam

 

How come officials could predict new test score results?

… que se vão generalizando por aí, será que a Confap vai reagir com algo mais do que um comunicado e umas parições em noticiários para completar a quota e manter a coreografia?

Como encarregado de educação tenho representantes tão curiosos e sazonais como enquanto professor…

No Accountability for Nonpublic Schools

Um escândalo, uma vergonha e o símbolo da verdadeira podridão

Muito filho de papá cacique, muito sóiferte, muito obreiro dá nisto.

E os putos tóxicos acoplados aos gabinetes parlamentares não são muito melhores, a menos que saquem uns subsídios por fora para fazer estudos que servem depois para os shores deputados brilharem.

… foram essenciais para perceber que se anda a discutir exactamente o mesmo, só que em 2007-08 se discutia a abertura das portas, em 2010-11 a expectativa de que as portas não abrissem mais e agora, em 2013-14, que estejam a ser escancaradas.

Seja ao nível da proletarização docente, da engenharia curricular ou do monolitismo hierárquico do modelo de gestão, apenas temos diferentes pontos de çprogressão num processo comum.

Ler, ocasionalmente, Maria de Lurdes Rodrigues a criticar Nuno Crato é um exercício de mero voyeurismo paródico. Como é, retrospectivamente, anedótico ouvir o que Nuno Crato dizia das políticas educacionais dos governos Sócrates.

Ao mesmo tempo fica bem mais claro que o combate ao chamado eduquês – que para mim é o delírio verborreico em torno de coisas simples, para ocultar o que se pretende mesmo fazer e um discurso desresponsabilizador de quem não cumpre, aluno, professor ou família – fracassou por completo, se é que alguma vez esteve na ordem do dia.  Em boa verdade apenas se tornará um discurso redondinho com melhor cobertura de números glacé para esconder o mesmo desejo de produzir sucesso para os relatórios internacionais.

Erra quem acha que este MEC procura promover o insucesso, pelo menos um insucesso que se possa medir. O que está em causa é apenas uma forma mais descarada de atirar o insucesso para debaixo da alcatifa vocacional.

O efeito prático de tudo isto é um cansaço enorme em relação à leitura ou escrita sobre o mesmo anos a fio, ficando o estado d’alma entre um quase irrevogável ennui e a vontade de disparatar sem fazer prisioneiros.

 

E pelo Portugal Profundo o cheiro a fumo é equivalente à desertificação.

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