Segunda-feira, 5 de Agosto, 2013


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Governo lança “site” com simulador sobre rescisões na função pública

Agora ainda mais a sério… do que adianta simular algo que sabemos que será alterado pelo menos 2 a 3 vezes em cada ano?

A prova, as negociações, as posições, a alegação de que os professores desempregados ou candidatos à docência estão de férias e em Setembro já não estão.

Bem os professores dos quadros estão, em muitos casos, de férias, quanto mais quem nem emprego tem…

O campeonato da 2ª divisão anda nisto.

A Fenprof acusa o Governo de ter encerrado as negociações sobre a prova de acesso à carreira de forma «uniliteral». O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicatos dos professores voltaram esta segunda-feira a sentar-se à mesa para mais uma ronda negocial sobre a prova de acesso à carreira, criticada pelos docentes, sobretudo os que têm vínculo mais precário.

«Só faz coisas insuportáveis», acusou João Louceiro, da Fenprof, à saída das negociações, afirmando que os professores não cedem quanto à realização da prova e por isso o Governo terminou as negociações. «O Governo pretendia que a Fenprof fizesse «uma declaração de aceitação» da prova de acesso à carreira.

A Federação Nacional da Educação (FNE) está ainda reunida no Ministério. As duas estruturas mais representativas dos professores defendem que esta negociação devia ser adiada para setembro, uma vez que o mês de agosto é o período de férias dos professores, não sendo possível ouvi-los sobre as matérias em discussão.

Uma prova injusta e preguiçosa

Quando tudo parece ficar pior!

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De repente,  por certo tantos de nós já nos demos conta disso, de estar a pensar- ainda pensamos, apesar de tantos quererem que o não façamos – que isto vai de mal a pior!

Já não chega dizerem-nos que vivemos acima das nossas possibilidades! Já não chega dizerem-nos que a troika até é muito boazinha. Já não chega dizerem-nos que um dia iremos melhor ficar. Não. Nada disto resulta.

Só temos que saber querer pensar e sentir o que vai connosco, com os que nos estão próximos e sentir as Pessoas. Sem filtros, sem noticiários. Nada disso, ver a nossa vida e a dos outros.

Vemos  imensas pessoas nas ruas a horas desencontradas, com ar de desnorte, dado estarem em tempo e idade de trabalhar e não terem como o fazer. Vemos gente em filas de supermercados a contar os cêntimos para comprar produtos essenciais, de linha branca. E não conseguem! Vemos velhos em desespero na farmácia a comprar metade dos medicamentos de que necessitam, dado que o dinheiro não chega. Vemos jovens com ar de desanimo. Não têm emprego, não sabem se o virão a ter. Gostavam de fazer-se à vida e não têm como. E nao terão todos que emigrar, ainda têm cá raízes!

Sentimo-nos desanimados por muito que animados queiramos poder / dever estar.

Não vemos quem tem “direito e dever”  a intervier muito no Poder, a outorgar reflexões de que vai fazer melhor do que ontem, não, antes pelo contrário, a certeza com que ficamos é que com “estes” isto não vai mudar, dado que não sentem o país real, nem estão interessados em o sentir. Mas, as oposições também não são a alternativa, dado que não sabem dar a volta ao problema, e se estivessem no posto de “estes” seriam iguais. Isto ninguém duvida, uma vez que se duvidas houvesse, seria possível ir a eleições, e não é. Ficaria tudo na mesma ou pior. Mesmo que com os outros partidos políticos!

Claro que partir tudo, para tudo do zero reconstruir, nem pensar, mas viver nestes deslizamento para cada dia pior, não é solução.

E enquanto a Justiça não funcionar de facto e castigar de facto, alguns dos senhores que já deveriam, ter sido, faz tempo, castigados por nos prejudicarem como País e como habitantes do mesmo.

Enquanto não houver total transparência em tudo, no “ser e parecer” de todos os políticos.

Enquanto não se falar menos e se disser bastante mais. Enquanto, toda – quase toda – a nossa comunicação social se deixar de arranjar noticias escaldantes dia após dia e parar, para pensar, pensando bem mais e melhor,  o que vai noticiar.

Enquanto não deixar de haver animosidade entre gerações velhos e novos.  Entre empregados e desempregados. Entre doentes e cheios de saúde.

Enquanto o individualismo não for suplantado por trabalho em equipa, por vontade de cooperar uns com os outros.

Enquanto a necessidade de sermos pontuais, não for primordial, respeitando-nos e respeitando o outro.

Enquanto não mudarmos todos, e muito, isto não vai melhorar, vai piorando a cada segundo que vai passando.

E parece não haver esperança de ficar-se melhor. É tremendo, e está na vontade de cada um de nós de fazer melhor…os outros não fazem! Está visto. Os que prometem, não podemos contar com eles! Façamos todos, todos, por nós, pelos nossos concidadãos, pelo País.

Augusto Küttner de Magalhães

Antero74

(c) Antero Valério

também é para sindicóides? E para ministros contratados? Os quais eu pago.

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