A prova, as negociações, as posições, a alegação de que os professores desempregados ou candidatos à docência estão de férias e em Setembro já não estão.

Bem os professores dos quadros estão, em muitos casos, de férias, quanto mais quem nem emprego tem…

O campeonato da 2ª divisão anda nisto.

A Fenprof acusa o Governo de ter encerrado as negociações sobre a prova de acesso à carreira de forma «uniliteral». O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicatos dos professores voltaram esta segunda-feira a sentar-se à mesa para mais uma ronda negocial sobre a prova de acesso à carreira, criticada pelos docentes, sobretudo os que têm vínculo mais precário.

«Só faz coisas insuportáveis», acusou João Louceiro, da Fenprof, à saída das negociações, afirmando que os professores não cedem quanto à realização da prova e por isso o Governo terminou as negociações. «O Governo pretendia que a Fenprof fizesse «uma declaração de aceitação» da prova de acesso à carreira.

A Federação Nacional da Educação (FNE) está ainda reunida no Ministério. As duas estruturas mais representativas dos professores defendem que esta negociação devia ser adiada para setembro, uma vez que o mês de agosto é o período de férias dos professores, não sendo possível ouvi-los sobre as matérias em discussão.