Sexta-feira, 2 de Agosto, 2013


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Florida’s Education Chief Quits Amid Report That He Changed a School’s Rating

Florida’s commissioner of education, a rising star in a national movement pushing for test-based accountability in public schools, resigned on Thursday after just seven months in office, after news reports surfaced that he had changed the grade of an Indiana charter school founded by a prominent campaign donor while he was the superintendent of schools there.

Michael Gove says free schools are Marxist ideal

Karl Marx has been enrolled by Gove in support of free schools as he says they ‘embody the ideal of the soviet’.

Karl Marx is the latest and perhaps most unlikely person enrolled by Michael Gove in support of free schools.

Marx – whose dictum that “history repeats itself, first as tragedy, second as farce” could have been an observation on Gove’s struggle to reform the national history curriculum – and his followers are cited by the education secretary as supporters of free schools, the controversial policy of state-funded schools outside of local authority control.

“Marxists support free schools because they embody the ideal of the soviet, a self-managing institution run by workers in the wider public interest,” Gove writes in the Guardian.

His comments come as Ofsted releases its full set of inspection reports for the 24 free schools in England that opened their doors in 2011. The results show that the first group has modestly outperformed their traditional state school peers.

Mobilidade Estatutária 2013/2014 – todas as listas (atualizadas no dia de hoje)

… conforme planeado pelos liberais de aviário.

Oito maiores bancos com milhões de euros em imparidades

Joaquim Pais Jorge ainda vai a tempo de ser Ministro

É condenado a prisão, dá-se como provada a acusação em última instância, sendo que a acusação era de as suas empresas terem conseguido favores enquanto ele exerceu cargos governativos, mas pode continuar a exercer cargos políticos.

Bem… não serve de muito, mas parece que por Itália ainda entram mais em compromissos do que por c+a.

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Quanto pouparão os grupos económicos ou empresas que dão emprego a António Lobo Xavier com a reforma do IRC que ele apresentou?

Não está em causa a competência técnica mas, não tendo abandonado as suas funções na Socaecom, Mota-Engil, etc, é parte interessada na repartição que está a fazer.

Espantoso como numa situação como esta a Oposição não consegue impor-se nem nas sondagens. Haverá maior demonstração de incompetência que é impossível encobrir com coreografias retóricas, negociais ou de rua?

PSD resiste à crise e mantém-se colado ao PS

Já não há uma coisa que se chama “a puta da vergonha”

A política e o jornalismo. Ambos a ter que melhorar!

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Por vezes as verdades incomodam-nos, por serem verdades, por serem difíceis de aceitar, e por termos que fazer um esforço – se nelas não colocarmos filtros, para não acreditarmos – para mudar.

Mais ainda num tempo que tantas mudanças de fundo em todos os lados são-nos indispensáveis, mas, não passam ainda, de letra morta. Tudo, tanto, é necessário mudar, tudo, tanto, fica ainda mais na mesma. É difícil mudar.

A política que não só no nosso País, tem vindo num decrescendo de qualidade assustador, e sem dúvida os políticos têm vindo a baixar de nível, como não se imaginaria há 20 anos.

Por certo isto não é novidade para ninguém – se calhar nem para os próprios, se não andarem iludidos – e constata-se a cada dia que passa, a cada aparição que têm – qualquer um – a avanços e recuos sem a mínima cabal explicação, e com excessiva naturalidade. Tudo pela espuma da existência.

Em simultâneo o jornalismo que se dedica à política está a sofrer do mesmo problema. Falta de qualidade, muita pressa e nada bem reflectido.

Poder-se-ia pensar que se a política não tem nível, o jornalismo que no-la transmite, mesmo que qualidade possa ter, não tendo o que melhor transmitir, faz o que vem fazendo, e é indubitavelmente mau. Mas, talvez não deve ter que ser assim tudo tão linear. Dado que então, a queda não terá fim.

Talvez este jornalismo deve começar a mudar-se, já, para além do que aconteça ou deixe de acontecer na política.

E, a melhoria seria, já, deixar de se “colar” a tudo e nada que seja feito ou desfeito pelos políticos. Deixá-los a “falar sozinhos”!

Deixar de transmitir em directo e cores os passos quase indecorosos de todo e cada político, repetindo – quase que parece tradução de português para português – tudo o que cada político, ao minuto vai dizendo, contando, trocando, que é tão pouco. E passar a fazer analises concretas e correctas dos factos.

O jornalismo – político – mesmo nestes tempos tão difíceis, se começar, já, a descolar dos políticos e das suas politiquices, se os não seguir, se não lhes der a importância que de facto não têm, vai melhorar. E muito.

Se o problema está na – não – qualidade dos políticos, a – sim – qualidade do jornalismo político, ao antecipar-se, fará de si uma símbolo de vontade de mudar, para melhor.

E depois por falta de cobertura – já imaginaram os políticos a falar sozinhos? – talvez até a politica por arrasto também mude, para bem melhor, o que é indispensável. E todos ficaremos a beneficiar. Até os próprios, políticos!

Augusto Küttner de Magalhães

Julho 2013

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