Porque não está a rede escolar pública de turmas “regulares” acessível como está a de ofertas alternativas?

Porque só é possível aceder à rede local no espaço privado de cada escola/agrupamento?

O que está a ser escondido da opinião pública?

Como podemos comparar a evolução de turmas em funcionamento nos últimos anos e a rede aprovada este ano, por forma a comparar com a evolução do número de alunos matriculados?

Como podemos saber se esta rede escolar agora divulgada (nas palavras do actual MEC num “primeiro movimento”) não se destina apenas a justificar um novo exercício de engenharia profissional com os horários-zero, que assim se multiplicarão ainda mais sem justificação válida?

Ou este tipo de dados é apenas fornecido, a pedido, para estudos académicos? A divulgar em tempo quase inútil?

Eu sei que estamos, de acordo com as palavras de alguns representantes dos docentes, em período de férias, mas isso não é verdade, pois há muitos milhares de professores sem qualquer possibilidade de retemperarem forças como certos lutadores do bronze, que seria útil não esperarem pela morte dos artistas para desempenharem o seu papel.

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