Ou então ainda não percebeu que agora passam a 30 e amanhã passam a 10 e tornam-se um mero clube de apoio. A menos que seja essa a sua verdadeira esperança.

O Conselho de Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação e Ciência, vai ser reduzido a 30 elementos, metade dos atuais 60 diretores. O ministro Nuno Crato revelou ontem que pretende uma estrutura mais pequena, mais ágil, de forma a obter pareceres e respostas mais rápidas.

“Para ser mais eficiente tem de ser mais restrito. No máximo 30 pessoas, o que já é bastante”, revelou Nuno Crato, na abertura de uma reunião com o Conselho de Escolas. No encontro, o ministro revelou a criação de uma comissão permanente “que represente o conselho em matérias urgentes e que possa ser acionado com uma antecedência de dois a três dias”.

Manuel Esperança, presidente do órgão, encara a redução com bons olhos e vê nas intenções do ministério “uma vontade de trabalhar com o Conselho”.

Vamos lá ser claros… o Conselho de Escolas faz escasso sentido… até porque existem associações representativas dos directores.

Para outros assuntos existe o CNE…

Como órgão consultivo do MEC o Conselho de Escolas é uma anedota porque não foi criado por MLR para mais do que servir-lhe de muleta e Nuno Crato não o extingue porque pareceria mal…