Eu abandalhei na resposta porque acho que isto tudo se tornou algo que transcende o que normalmente designamos por kafkiano.

Ando aqui às voltas com uma questão. Se alguém a esclarecer melhor, agradecia.

No despacho vem clarificada a noção de hora:

Artigo 2º

b) “Hora” – o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino e recorda-se a questão dos 1100 minutos letivos (22 horas), introduzida no ano passado.

Pondo como exemplo o meu caso, que não tenho reduções:
a) presentemente, tenho 20 horas com 5 turmas, de 180 minutos cada, e uma DT, que somam as 22 H. E tenho os 100 minutos de apoio, como foram distribuídos para todos, na nossa escola;
b) para o ano, colocando a mesma situação, a DT deixa de entrar na minha carga letiva e fico com um bloco de 90 minutos, ou dois de 50 (…) a sobrar, que não dá para uma turma. Mas se lhe somarem os 100, que já são componente letiva, bate tudo certo… e como diz o artigo que citei no mail anterior, esses 100 minutos poderão ser de apoio de daí não resultar contratação (ou seja, primeiro ajustam-se os horários, depois, se sobrar, e sendo do quadro, é que vão para apoio);

c) assim, o que acontece? 1º eu fico com mais uma turma e mais uma carga de trabalhos; 2º alguém fica sem essa turma e outras e fica sem emprego.

Estarei a ver mal o quadro?

Fátima Inácio Gomes