Boa noite Paulo
Decorreu hoje [5ª feira] em Coimbra a primeira de uma série de reuniões que o Diretor da DGESTE e o Adjunto do Secretário de Estado estão a promover com as escolas/agrupamentos que responderam afirmativamente à sondagem sobre a intenção de vir a celebrar contratos de autonomia.
Apresentada que foi a legislação o senhor Diretor geral apresentou o prazo de 10 dias úteis para os estabelecimentos apresentarem proposta de contrato.
No seu entendimento o parecer do Conselho Geral era um ato meramente administrativo pelo que o prazo era suficente.
Confrontado com a estupefação dos presentes – não tem havido reuniões sobre a rede escolar, sobre o lançamento do ano letivo, porquê a urgência deste assunto?
Como se referiu parece trazer “água no bico”.
De repente o cenário virou – já eram as escolas que passavam a vida a pedir autonomia que afinal não a queriam.
No final parecia que tudo era possível, cada escola/agrupamento apresentar o seu prazo face à sua situação de gestão – CAP;C:Gerais Transitórios,Processos eleitorais a decorrer.
Fiquei com a sensação de que o que interessava era querer assinar contratos de autonomia.
Porquê esta emergência?
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