Terça-feira, 28 de Maio, 2013


DJ Jazzy Jeff & The Fresh Prince, Summertime

 

Se os trabalhadores têm o direito à greve, porque é que só os que nunca trabalharam têm o direito de a decretar?

 

 

Queriam já hoje? Garganeiros!

 

Tribunal Constitucional declara inconstitucionais comunidades intermunicipais

Juízes do Palácio Ratton chumbaram uma das reformas bandeira do ex-ministro Miguel Relvas.

Aqui: Greves de Junho de 2013 (FAQ’S).

coynog

Faltam XXX dias para as pizzas.

coy

Leia-se “Descontinuidades“…
ConviteSGL

… de tratar da entrega do IRS sem ser a menos de 48 ou, preferencialmente, 24 horas do prazo limite. É uma espécie de tradição.

Sim, agora vamos conversar um bocado sobre as partes boas e más da vida.

FENPROF diz não compete ao ministro marcar serviços mínimos, Nuno Crato não responde.

A Pró-Ordem reuniu hoje com a Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República

The Privatization of Water: Nestlé Denies that Water is a Fundamental Human Right

Protestors All Over The World March Against Monsanto

Op-Ed: Monsanto, and GMO protests spread as the science is questioned

Auditorias arquivadas na Madeira por procurador atingem 520 milhões

Nightmare in Portugal

… ou o sonho húmido dos rosalinhos, ex-relvettes e gasparinhos que acham que o liberalismo é isto, um Estado mínimo e incapaz de servir de barreira aos desmandos dos seus futuros empregadores.

Isto não é um plano de reforma do Estado é apenas uma vingança ideológica, o gozo imenso dos filhinhos dos traumatizados de 74-75.

Publico28Mai13

Negocios28MAi13

Público e Jornal de Negócios, 28 de Maio de 2013

 

Cada acidente na VCI, pára o Porto. Sem solução?

 

Parece espantoso, mas não é! Ao mínimo acidente que aconteça na VCI, no Porto o trânsito fica caótico em todo o lado. E, já não circulam no Porto os automóveis que antes circulavam – pré-crise – dado não haver dinheiro suficiente para combustível, e não só. Assim, parece haver uma não coordenação dos serviços necessários para obviar e depois resolver estas situações. Parece não haver um devido controlo do trânsito de quem circula “junto” ao acidente e na via oposta ao mesmo. Parece que falta “ tanto para se fazer algo” que não prejudique uma cidade o Porto, a vizinha Gaia e Matosinhos, ao lado. Fica tudo encalhado! E sem solução!

Como a culpa neste nosso País nunca é de ninguém, o melhor é não tentarmos arranjar culpados, para o que quer que possa ser, mas em vez de isso, humildemente pedir a quem possa ser responsável pelo País, pelas cidades, pelo que quer que seja, que em crise e com crises, tente resolver de uma vez por todas esta situação. E sem vir logo o argumento de que não há dinheiro, logo nada se pode fazer. Nem numa solução económica pensar! Haja imaginação!

Não é possível – por acaso até é! – por haver um acidente na VCI, que quem vai trabalhar chegue atrasado ao emprego. Quem vai entregar mercadorias não o consiga fazer a tempo. Quem vai buscar miudagem o faça quando calhar. E todos e cada um, a queimar litros e litros de combustível, algo tão dispendioso e tão precioso em qualquer ocasião e mais ainda nestes tempos tão difíceis.

E quando todos se dedicam a tantos criticar e a tudo criticar, não haverá “alguém” que possa dentro da realidade, e não com sonhos irrealizáveis, fazer passar ideias, para que se poupe em tudo e não se esbanja o pouco que ainda teremos, para além do tempo e de paciência. E quanto a paciência e bons comportamentos, estão tão arredios das nossas vivências que vale tudo, desde insultos a quase agressões para quem fica pendurado horas à espera que por mero acaso tudo se resolva.

E se não for de outra forma – o mero acaso! –  que haja uma “autoridade” numa simples motorizada em dois ou três dos locais de mais probabilidade de acidente, e caso não sendo possível evitá-lo, lá chegar de imediato e tentar resolver a situação de danos em Pessoas e depois manifestamente escoar o trânsito. Temos que todos ajudar, temos que todos, nas mais pequenas situações fazer muito melhor a bem de cada um e de todos nós, no conjunto, cidade, cidades, País.

Caso contrário iremos de mal a pior num declínio irreversível, se nem problemas de trânsito sabemos – rápida e razoavelmente – solucionar!

Somos todos tão capazes a encontrar problemas e a criticar o que os outros fazem e não fazem, e tão difíceis  aplicar soluções, nossas!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Maio de 2013

Antero48

(c) Antero Valério