Sobre a questão da realização (ou não) das reuniões de avaliação como condição indispensávelpara o acesso aos exames, só hoje me chamaram a atenção para esta notícia do Público:

Professores vão ser obrigados a trabalhar em dia de greve

Tudo com base no nº 8 do artigo 31º do despacho normativo 5/2013:

8. Podem ser admitidos condicionalmente à prestação de provas de exame os alunos cuja situação escolar suscite dúvidas que não possam estar esclarecidas até ao momento da sua realização.
.
Pelo que o plano do MEC pode ser o seguinte:
  1. Permitir condicionalmente a realização dos exames por todos os alunos, com ou sem a validação da avaliação interna.
  2. Decretar serviços mínimos para o dia dos exames.

Se as coisas continuarem a ser conduzidas na base do amadorismo, o MEC até pode “ceder” em alguns aspectos da mobilidade especial, conseguir o acordo de 3 ou 4 sindicatos, ter uma vitória política e avançar com tudo o resto que e nem sequer está no caderno reivindicativo dos representantes profissionais (e seus enviados a este blogue).