Sábado, 25 de Maio, 2013


Spandau Ballet, To Cut A Long Story Short

GOVERNO ALTERA PROPOSTAS, GARANTE O PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS E CATEGORIA DECIDE SUSPENDER A GREVE

Uma das imagens no FBook é especialmente interessante, atendendo à palhaçada nacional.

LutaBrasil

Banif nega ligação entre prémio a gestora e ajuda do Estado

Banif não violou regras, só compensou má gestão

Banif processa ex-directores no Brasil depois de detectar irregularidades

Os professores contratados (a termo), a escola pública e a ação sindical

Ou por estar na moda será apenas distúrbio?

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Cheguei ontem a Oeiras muito mais confortadinho…

Era para outro presidente, vocês é que não perceberam.

 

Distúrbios na Suécia estendem-se a outras cidades

Norma2JNE

Caso contrário ias ser genial para outro lado!

Ricardo Salgado “Portugueses não querem trabalhar, preferem o subsídio”

O presidente do BES, Ricardo Salgado, disse na sexta-feira que os portugueses “não querem trabalhar” e que preferem viver à sombra do “subsídio de desemprego”.
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Mas podemos sempre generalizar e dizer, com base no que se vai sabendo, que os banqueiros portugueses são uns incompetentes, quando não aldrabões ou então hábeis gestores de negócios junto do Estado.
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Afinal os que não estão falidos, a fingir que não estão falidos ou a sacar dinheiro ao Estado (quantas vezes  enfraquecendo ainda mais a CGD) para não falirem são quantos?

… saíram de lá, esbaforidos e falando sem parar, três especialistas em Educação. Um doutorado lá por fora, outro pós-graduado cá por dentro. O terceiro é especializado por causa do instituto do cunhado. Da família Cunha.

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Uma boa dose de saldos e oportunidades, mas… mais a quantidade do que o interesse (do meu ponto de vista).

 

 

 

Faltam treze dias e hoje é, minimamente, sábado.

 

 

Só para magrebinos ou deixamos o coiso amorim entrar, caso ele perceba a utilidade dos livros?

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Expresso, 25 de Maio de 2013

Isto cada vez fica mais parecido com os pecados dos fundamentalistas religiosos.

Há comprimidos contra o ciúme? Daqueles que deixam as pessoas numb e sem emoções?

Ministério da Educação avança com serviços mínimos para o dia da greve geral de professores

Em comunicado enviado à comunicação social, o MEC indica que, na sequência do pré-aviso de greve entregue nesta sexta-feira pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e pela Federação Nacional da Educação (FNE), “iniciou as diligências necessárias para estabelecer serviços mínimos no dia 17 de Junho”. Segundo o estipulado no Código de Trabalho, e tratando-se de garantir a satisfação de necessidades sociais consideradas “impreteríveis”, estas diligências passam em primeiro lugar por requerer aos sindicatos do sector que indiquem os serviços mínimos a serem garantidos. O MEC refere que já “iniciou os contactos necessários com os sindicatos” nesse sentido.

Na nota enviada nesta sexta-feira, o MEC “assegura que existem todos os instrumentos para que a realização dos exames nacionais decorra com normalidade”. Segundo o regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, não existindo na regulamentação colectiva de trabalho, como é o caso dos professores, previsão sobre serviços mínimos, o Ministério das Finanças e da Administração Pública é obrigado a convocar uma reunião entre os sindicatos e o MEV com vista a um acordo. Se este não existir até ao fim do terceiro dia posterior ao aviso prévio de greve (que foi entregue nesta sexta-feira), a definição dos serviços mínimos é entregue a um colégio arbitral. A decisão deste colégio produz efeitos imediatos.

Em declarações ao PÚBLICO, o líder da Federação Nacional de Professores, Mário Nogueira, acusou o Governo de estar a infringir o que se encontra determinado na lei. Nogueira revelou que a Fenprof recebeu esta tarde uma notificação do gabinete do primeiro-ministro para que indicasse serviços mínimos até às 14 horas de segunda-feira e que se o não fizesse estes seriam decretados por despacho ministerial.

Serviços mínimos para os professores

O Ministério da Educação vai decretar os serviços mínimos para 17 de junho, dia em que arrancam os exames nacionais do secundário e para o qual os professores tinham marcado uma greve geral.

De acordo com um comunicado do Ministério da Educação e Ciência, liderado por Nuno Crato, foram iniciadas esta sexta-feira as “diligências necessárias para estabelecer serviços mínimos” para 17 de junho.

Na nota é referido que o ministério assegura quem “existem todos os instrumentos para que a realização dos exames nacionais decorra com normalidade”.

Cansam-me pessoas que têm todo o tempo da semana para tratar destas coisas e… enfim… quase se esgotam em contactos

Exmo(a). Sr(a). Responsável pelo Blogue

Em defesa do ensino artístico e tecnológico, segue, em anexo, um abaixo-assinado solicitando ao Governo de Portugal que:

a)- Recoloque a disciplina de Educação Tecnológica de frequência obrigatória no 3º Ciclo.

b)- Reestabeleça a carga curricular de Educação Visual no 9º ano.

c)- Disponibilize, como oferta optativa, outras áreas da Educação Artística no 3º Ciclo.

d)- Disponibilize a Educação Artística nos cursos científico-humanísticos que a não possuem.

Agradecemos a disponibilização do texto deste documento (pdf), assim como a respetiva folha de assinaturas (pdf), no V/ blogue, para que docentes e comunidade civil os possam imprimir e assinar.

 

Alertamos V. Exa., e sociedade em geral, para o extrato da lei que regula o EXERCÍCIO do DIREITO de PETIÇÃO:

Lei n.º 43/90, de 10 de Agosto,

Artigo 6.º

Liberdade de petição

1- Nenhuma entidade, pública ou privada, pode proibir, ou por qualquer forma impedir ou dificultar, o exercício do direito de petição, designadamente na livre recolha de assinaturas e na prática dos demais actos necessários.

 Este abaixo-assinado, após a sua assinatura, será apresentado aos órgãos de soberania responsáveis pelo poder legislativo.

 Agradecemos, desde já, a melhor colaboração de V. Exa. em prol do exercício pleno de uma cidadania consciente, participada e democrática, na defesa dos interesses dos N/ alunos e colegas.

Um abraço de solidariedade educativa e profissional.

EM DEFESA DO ENSINO ARTÍSTICO E TECNOLÓGICO

Braga, 24 de maio de 2013

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Nuno Crato+Greve

(c) Luís Rosa

Antero

(c) Antero Valério

tentaram mais um ataque de unicidade.

 

 

Convicto de que o problema é dele, je vais me jeter comme d’habitude.