Sexta-feira, 24 de Maio, 2013


Vamos definir serviços mínimos educativos?

Wild Belle, It’s Too Late

 

 

Mans, ainda não domei aquela cena dos pré-avisos; um chavalo avisa ou não, não avisa que vai avisar, está sujeito a levar  c’o’alguma pizza.

 

Depois não digam que eu não pré-avisei, que ainda fiquei com fome!

 

 

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… tornar-se adeptos da democracia musculada em que o poder judicial deve submeter-se ao executivo do momento.

Poiares Maduro diz que TC limita “liberdade de deliberação democrática”

Afinal, quem elegeu Poiares Maduro? Em que lista é que ele se apresentou a votos?

UGT apoia greve conjunta da função pública

Central sindical vai estar na manifestação nacional dos professores.

CONVITE – CONVOCATÓRIA

 Colegas e amigos

 Está em marcha uma descaracterização da Escola Pública e uma brutal desqualificação da condição docente.

Os professores são portugueses que não abdicam de lutar pelo direito fundamental que garante a formação integral dos seus concidadãos, inscrito na Constituição da República.

A profissão docente foi conseguindo condições de trabalho e de retribuição condignas, de acordo com a responsabilidade da formação de jovens e adultos no país novo que Abril nos trouxe.

Hoje, essas condições de trabalho estão dramaticamente ameaçadas por uma política de restrições que destrói a Escola Pública e ofende a dignidade da condição docente.

Colegas e amigos

Juntemo-nos para fazer ouvir a nossa voz!

 

  • dia28 de Maio
  • localEscola Secundária de Odivelas
  • hora18.30 

Estarão connosco dirigentes de diferentes forças sindicais.

 Esperamos por todos!

 

Odivelas, 23 de Maio de 2013,

O núcleo de professores em luta da ESO

Não havia nexexidade e é pouco rigoroso até porque o visado não tem qualquer graça.

Faltam catorze dias, embora alguns se esforcem para já não se saber o porquê do quê.

… com várias opiniões sobre a greve anunciada, apenas esclarecendo que, no meu caso, disse que as notas costumam ser colocadas em aplicações online antes das reuniões e não que são enviadas por email. Pode acontecer, mas não é essa a minha experiência. Mas é apenas um detalhe.

Ficaram de fora algumas das dúvidas jurídicas que se colocam acerca das reunões e da greve, nomeadamente o que pensam os sindcatos contrapor a uma eventual reacção do MEC.

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Sol, 24 de Maio de 2012

Estamos cheios de gente absolutamente sobredotada em fórmulas mágicas para a Educação. Basta irem umas semanas ou meses para qualquer lado e trazem logo ideias mais do que infalíveis… mesmo se algumas são incompatíveis entre si e outras são completamente desfasadas da nossa realidade.

Basta ver como no mesmo texto se defende menos alunos por turma num caso e mais no outro. Num sítio a descentralização, no outro a concentração.

Desde o século XVIII que temos uma sucessão de estrangeirados iluminados a cada viagem que fazem lá fora.

Apre… fica só o exemplo mais patético de todos, só faltando um a dizer que os maiores avanços na alfabetização são actualmente em países pobres em que as aulas funcionam, quantas vezes, em condições muito precárias.

Oito ideias para transformar as nossas escolas (quase um manifesto)

(…)
4.       Alunos por turma. Os professores japoneses são os primeiros defensores de um número elevado de alunos por turma. Quais as vantagens? Primeiro, mais competição, maior esforço dos alunos para se destacarem. Segundo, maior diversidade de ideias e discussões mais interessantes. O sistema japonês assenta num ideal de discussão e esta pode ser mais rica com uma turma maior. Terceiro, um número de alunos por turma elevado permite libertar horas para preparar as aulas e ter tutorias individuais com alunos. As turmas no Japão têm entre 35 e 45 alunos.

Os factos?

Bem… isso não interessa anda, desde que o escriba tenha tido umas conversas com alguém, lá pelos japões. Faz lembrar aquele Lourenço quando fala com um alemão sobre os seus gráficos.

Porque os factos, enfim, os factos são completamente ao contrário do que é afirmado, mas isso são pormenores.

Basta ver a evolução do ratio alunos/professor no ensino primário e secundário.

Já agora a evolução dos gastos por aluno.
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… que eu passarei a dar menos aulas.

O apoio aos alunos e a coadjuvação vão passar a ser considerados componente lectiva, adiantou hoje o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, conforme previsto no despacho de organização do ano escolar ainda por divulgar.

Isto é o equivalente a prometer que amanhece de manhã.

O secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar adiantou hoje que a mobilidade especial para os professores só se vai aplicar depois do final do primeiro período lectivo, ou seja, em 2014.

A garantia foi deixada pelo governante no final da primeira ronda negocial com os sindicatos dos professores relativa às novas regras aplicáveis á função pública, que hoje decorreu no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa.

João Casanova de Almeida explicou aos jornalistas que a passagem dos docentes a este novo regime, que o Governo renomeou de regime de requalificação profissional, só vai acontecer depois de concluídas todas as fases de colocação de professores, que decorrem até Dezembro.

O que eu gostava era de saber o que Casanova de Almeida prometeu a quem concorre directamente com a rede pública, ajudando a produzir horários-zero em algumas zonas do país.

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Público, 24 de Maio de 2013

O que está em causa é cumprir a meta das 12.000 vagas negativas. A libertação não é bem isso.

Vá lá… ainda resta alguma rebeldia na antiga alma mater.

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