A ARS Norte diz que na base desta recomendação facultativa está a segurança do doente. Um responsável da Federação Nacional de Médicos diz que falta base científica para esta ideia.

A Administração Regional de Saúde do Norte entende que apenas 25 a 40 por cento dos utentes com 75 anos ou mais devem receber mais de cinco medicamentos.

Esta ARS considera que está em causa a «segurança do doente é inversamente proporcional ao número de medicamentos prescritos», sendo que, por isso, dar mais medicamentos não significa melhor tratamento.

A questão não está no número de medicamentos, mas na adequação do tratamento. Tudo o resto cheira mal, muito mal.

Só falta mesmo é dizer que quanto mais grave a doença, menor a probabilidade de sobrevivência, logo… menos eficaz é a medicação.