Quinta-feira, 16 de Maio, 2013


Sophie Ellis-Bextor, Murder On The Dance Floor

Clap, clap

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O Independente, 4 de Maio de 1990.

Aquelas declarações do actual PM em Paris estavam a preparar terreno para o confronto. Posso estar muito enganado, mas cada vez me parece mais que o que foi decidido hoje por parte deste conjunto de sindicatos já estava previsto e nos próximos dias assistiremos a nova investida mediática do governo contra os professores.

Seria interessante que os sindicatos, por uma vez, se dessem ao trabalho de responder do ponto de vista técnico e não apenas no plano da retórica.

Professores vão fazer greve no primeiro dia de exames nacionais

Continuo a achar que não divulgação das avaliações seria algo mais…

… ao contrário do “paradigma” de concentração unipessoal do poder que nos querem apresentar como sendo o nec plus ultra da gestão educacional.

Muitos estudos são de acesso reservado, pelo que ficam apenas alguns de acesso livre e algumas apresentações:

  1. All distributed: sharing leadership to build capacity

  2. Building Distributed Leadership in the Philadelphia School District – An Overview

  3. Distributed Leadership in Schools: The Case of Elementary Schools Adopting Comprehensive School Reform Models

  4. Distributed leadership in schools: what English headteachers say about the ‘pull’ and ‘push’ factors

  5. Distributed Leadership – Drawing on the Strength of Many

  6. Distributed leadership through the looking glass

  7. Educational Micropolitics and Distributed Leadership

  8. Leadership theory and educational outcomes: The case of distributed and transformational leadership

  9. Leading or misleading? Distributed leadership and school improvement

  10. School Leadership Practice: A Distributed Perspective

Agradecendo à A.C. o envio:

Neoliberalism and the marginalisation of social justice: the making of an education policy to combat social exclusion

A ARS Norte diz que na base desta recomendação facultativa está a segurança do doente. Um responsável da Federação Nacional de Médicos diz que falta base científica para esta ideia.

A Administração Regional de Saúde do Norte entende que apenas 25 a 40 por cento dos utentes com 75 anos ou mais devem receber mais de cinco medicamentos.

Esta ARS considera que está em causa a «segurança do doente é inversamente proporcional ao número de medicamentos prescritos», sendo que, por isso, dar mais medicamentos não significa melhor tratamento.

A questão não está no número de medicamentos, mas na adequação do tratamento. Tudo o resto cheira mal, muito mal.

Só falta mesmo é dizer que quanto mais grave a doença, menor a probabilidade de sobrevivência, logo… menos eficaz é a medicação.

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