Segunda-feira, 13 de Maio, 2013


Ciclo Preparatório, Lena Del Rey

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OCDE Portugal aconselhado a recompensar e motivar funcionários públicos

A quem possa interessar…. (exceção feita a tudo o que seja MEC e respetivas dependências).
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Tendo em conta o facto de há pouco se ter iniciado o processo de matrículas para o ano escolar de 2013-2014 gostaria de partilhar com vocês e, caso seja do vosso interesse, explorar a disparidade de critérios que o Ministério da Educação e Ciência utiliza, em concreto a Direção de Serviços da Região Centro, para admitir o ingresso nos jardins de infância da rede pública.
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Para melhor elucidar o caso remeto em anexo alguns dos documentos que atestam a diferença de tratamento….
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Passo a expor o caso. Resido em Janeiro de Cima e há mais de um ano apresentei um pedido de matricula no jardim de Infância de Janeiro de Cima, a título excecional (uma vez que só no mês de Janeiro do corrente ano o meu filho completou 3 anos), como sempre aconteceu, pois dado o número reduzido de alunos que o frequentam (pouco mais de meia dúzia), esses pedidos sempre foram deferidos…. não obstante a lei não ter mudado e sempre ter sido “normal”  essa entrada antecipada. Basta questionar muitas das Encarregadas de Educação cujos filhos frequentam(ram) o referido Jardim. A verdade é que no meu caso o meu pedido sempre foi indeferido, mas outras situações como a minha viram os seus pedidos aceites, e a própria DGEstE-Direção de Serviços da Região Centro o reconheceu , mas isso não me basta, pois enquanto o meu filho não foi aceite, outros frequentam o Jardim de Infância desde Setembro, caso de cinco crianças que frequentam o Jardim de Infância da Quinta das Violetas (Castelo Branco), mas pelo distrito outras situações há.
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Em Fevereiro deste ano voltei a apresentar queixa à Inspeção Geral da Educação, questionando a diferença de tratamento, no entanto e até à data não recebi qualquer resposta. Imaginem porquê? Tendo as referidas instituições a noção do tratamento claramente discriminatório estarão, eventualmente, a arrastar a situação para que se chegue ao final do ano sem que nada ocorra…. Esta foi a 2ª queixa, tendo a 1ª sido remetida da IGE para a DREC na data mencionado nos documentos em apêndice. Os documentos em anexo são cópia dessa resposta. Como nada aconteceu e entretanto me foi negado mais um pedido pelo Agrupamento de Escola Gardunha e Xisto, voltei a pedir explicações à Inspeção.

Assim, tendo em conta a dualidade de critérios e a injustiça da situação nada mais me resta do que “lavar a alma”, a indignação e a revolta expondo a situação, pois o silêncio impera por parte de quem deveria assegurar a todos os meninos e meninas igualdade de tratamento.  Acrescento que este caso se arrasta há meses e enquanto os outros meninos puderam frequentar o Jardim de Infância no presente ano letivo (desde Setembro, a ” título condicional”), ao meu esses direito não  foi concedido, sendo no entanto o país, o distrito e a lei os mesmos. Saliento que vivo numa aldeia, onde não tenho outras possibilidades ao nível de oferta pré-escolar, ao contrário do que sucede por exemplo em Castelo Branco.

   Agradecendo desde já a atenção que o meu email possa suscitar, subscrevo-me

 

 

      Maria de Jesus Dias Gaspar

 

 

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Só lamento que o guionista não tivesse melhor qualidade nas legendas, porque merecia.

É que eu acabei de despachar uma boa quantidade dele@s e pareceram-me bem constituíd@s…

Na terça-feira, Cavaco Silva cedeu a uma tentação trágica. A entrevista que deu à Primeira Página da RTP foi certamente uma das maiores vergonhas do jornalismo português. É indiferente saber se os assessores do Primeiro-Ministro deram ordens directas ou indirectas aos entrevistado[re]s. Vamos ser ingénuos e admitir que não deram. Então tem de haver uma explicação para o facto dos jornalistas se prestarem àquele papel de estúpidos e ignorantes, indigentes e incompetentes, cabotinos e sabujos. A explicação ainda é pior do que o zelo dos assessores. Se os jornalistas da televisão são mais cavaquistas do que Cavaco, e são a tal ponto que negam o profissionalismo, é porque não sentem a liberdade de dizer não e pensam que só fazem carreira quando obedecem e vergam. Em suma, é a própria ordem laranja que os torna escravos mentais do poder instituído.

(…)

O País inteiro viu esses jornalistas seguirem o princípio do preconceito, pois cada crítica que se atreviam a murmurar não era do senso comum nem da inteligência, era sempre «o que diz a oposição». O país inteiro viu esses jornalistas dar a deixa, limitando-se a ordenar perguntas mecânicas e inofensivas para Sua Excelência dizer do seu alto pensamento só sobre o que lhe convém pensar, como estradas, empregos, drogas, abonos, até, imagine-se a independência da televisão. O país inteiro viu esses jornalistas com a lei da rolha, arrumando em meio minuto, questões interessantes como as listas sociais-democratas, os lobbys dos senhores barões, a estratégia de coligações e até o famoso caos de que simplesmente se esqueceram. O país inteiro viu esses jornalistas sistematicamente incapazes da réplica, permitindo ao primeiro-ministro dar lições parvas sobre impostos, citar nomeações de técnicos especializados socialistas e centristas e dizer que sempre defendeu dois canais públicos, quando o país talvez preferisse ouvir o primeiro-ministro explicar o terrorismo fiscal que pratica, os militantes laranja que nomeia para todo o lado e a promessa à Igreja que fixou por cumprir. O país inteiro viu esses jornalistas apavorados, cheios de salamaleques cada vez que tinham de fazer de conta que estavam a fazer perguntas difíceis.

Ahhh… o regresso a 7 de Junho de 1991… a esse tempo quase perdido em que havia gente com convicções a criticar o jornalismo subserviente, medroso e vulnerável a pressões e a notícias plantadas.

Na altura “esses jornalistas” eram… Artur Albarran (jornalista?) e Judite de Sousa.

O escriba era… 🙂

Mas este é um daqueles exemplos um pouco na senda dos objectivos originais das charter schools americanas destinadas a dar uma melhor educação a quem dela precisava e não encontrava oferta adequada.

Só que isso afasta muita gente…

Charter schools more segregated than traditional public schools

CHARLOTTE, N.C. — At Sugar Creek Charter School on North Tryon Street in Charlotte, black students make up 96% of the student body while at Community School of Davidson, black students account for about 3% of the school.

And a Duke University researcher who studied charter schools in North Carolina found charters are more racially segregated than traditional public schools.

Charter school advocates say the segregation is an inevitable part of giving parents choice over where their kids go to school and parents and students are just “voting with their feet.”

“I honestly have never met a soul who said, ‘I chose Sugar Creek because all the kids were black.’  I just haven’t,” said Cheryl Turner, Director at Sugar Creek Charter School.

At charter schools students typically apply and are chosen at random through a lottery.  So charters say their students simply reflect the races of the applicant pool.

At last count there were 709 black students at Sugar Creek and five whites.

“When we have open house we might have three white parents come and a lot of times, if they come and see who else is here, this isn’t the choice they want to make,” said Turner.

Turner says neighborhood schools, especially elementary schools, near North Tryon and West Sugar Creek are also largely segregated.

“So this environment -– a segregated environment –- is the school they were going to go to if they went to school in Mecklenburg County,” she said.

But while Sugar Creek offers bus service and free and reduced school lunches, many charters don’t.

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