Da Verdade, sobre tudo em geral e particular.

Da Democracia, da que era para ser, da que é, da que será.

Da Liberdade, que foi, que ainda é, que poderá ser.

Da Razão, que ora é esta, ora é aquela.

Em regra falam alto ou ocupam muito espaço com as suas narrativas, de forma a silenciar ou minimizar qualquer contraditório. Há de todas as cores e sabores.

Quando falham ou foram desvios aos princípios (os de esquerda) ou meros lapsos técnicos (os de direita).