Chegado por mail:

Algo vai muito estranho no total de vagas negativas em algumas escolas, tal como as listadas nestes artigos “razias”.

Saltou-me uma ideia à cabeça mas não tenho dados para o comparar.
Qual a percentagem de professores dos quadros que uma escola realmente quer ter?

Pesquisei duas ou três e encontrei logo uma com os dados todos certinhos. Se existirem dados destes noutros lados seria interessante comparar, nem que seja só o nº total de professores:

– «No Agrupamento de Escolas da Trofa exercem funções 266 docentes, sendo que 99 pertencem ao Quadro de Agrupamento, 144 a Quadro de Escola, 18 a Quadro de Zona Pedagógica e 5 Contratados.»
[fonte: Agrupamento de Escolas da Trofa , http://www.aetrofa.com/?q=node/32 ]

É assim uma escola com 266 professores, 91,3% (243) nos quadros!
Em termos técnicos pode-se dizer que é uma percentagem algo exagerada de professores do quadro face aos “flutuantes” (QZP e contratados).

Mas agora acontece que…
152316 – Agrupamento de Escolas da Trofa – 101 vagas negativas
[ https://educar.wordpress.com/2013/04/19/razias-1 ]

Assim os 243 professores do quadro poderiam passar para 142 caso se reformassem/concorressem/abandonassem os tais 101. É uma hipótese académica, mas real!
Como supostamente estão todos a trabalhar na escola… o diretor acha que a escola passa muito bem se dos seus 266, 124 forem professores QZP e contratados.
Seria uma escola com 53,3% de professores do quadro!

Isto é estranho, não tem paralelo em nenhuma contagem anteriormente feita em lado nenhum já que sempre se defendeu que as escolas tinham de ter larga maioria de professores do quadro.

Ou há prémios para quem menor percentagem de professores do quadro na sua escola?

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Isto teria mais interesse se fosse feita comparação com outras escolas para descobrir alguma tendência.

P.