Segunda-feira, 1 de Abril, 2013


Bruce Springsteen, American Skin (41 Shots)

… é porque a mensagem é legítima e o Divino me encontrou.

Uma benção está vindo para você na forma de dinheiro.
Não faça perguntas somente envie para oito pessoas e confie em DEUS !
Essas são sacolas com dinheiro, envie-as a oito boas pessoas e receba dinheiro em 4 dias (8)(8)(8)(8)(8)(8)(8)(8)
ORAÇÃO PARA ABRIR OS CAMINHOS FINANCEIROS Leia com fé a ORAÇÃO e não duvide, porque será  atendido.
A pessoa me contou que, depois  de ler a oração, com muita fé, após duas horas recebeu  uma ligação que a  informavam  ter sido ela  aceita como  provedora de uma das maiores instituições  financeiras de nosso país.
Creiam!
Por isso quero transmitir-lhes a  oração, e que Deus abençoe sua necessidade financeira e a  satisfaça em dobro.
A benção financeira:
Se necessita uma benção  financeira continua a ler este e-mail).
Deus Pai Celestial,  o mais cortês e amoroso, eu te invoco, Tu  que bendiz minha  família abundantemente.
Sei que Tu  reconheces que uma família é mais do que só  uma mãe, pai, irmã e  irmão, marido e esposa, senão um grupo onde  todos crêem e confiam em  Ti.
Deus meu, Te elevo  esta oração para que me bendigas financeiramente.
Assim também desejo  esta benção financeira não só à pessoa que me enviou (Alberto), como a todos aqueles a quem enviarei e a todos  que mais adiante a receberem.
Sabemos do poder da  oração unida por todos aqueles  que crêem e confiam em  Ti.
Pai Amado, és o  mais poderoso que pode  existir.
Eu te agradeço de  antemão por Tuas bênçãos.
Que DEUS Pai  entregue agora mesmo à pessoa que lê isto,  a abundância e  misericórdia para o cancelamento de suas dívidas  e cargas econômicas,  que floresçam seus bens, de acordo com a  Sua vontade Divina, em  harmonia perfeita para todo o mundo e sob  Sua Graça  Divina.
Que Ele derrame Sua  piedosa sabedoria e que possamos ser  bons servidores e  administradores das bênçãos financeiras de  Deus.
Sabemos o  maravilhoso e poderoso que És Pai Nosso e  sabemos que se apenas Te  obedecermos e caminharmos em Tua  Palavra, ainda  que tenhamos a fé do  tamanho de uma semente de mostarda,
Tu  derramarás sobre todos nós  Tuas bênçãos.
Te agradeço agora  Pai e Senhor Nosso, pelas bênçãos que  acabamos de receber e as bênçãos que  hão de vir.
Em nome de Jesus  Cristo, Deus, Amém.

Gaste 60 segundos para enviar de uma só vez a 30 pessoas e dentro de horas terá uma  multidão orando por nós e por todos que  receberem esta oração SANTA!!
Deus nos quer  saudáveis

… fica aqui um texto de que os regulares aqui do blogue reconhecerão algumas partes. A partir de amanhã, as escrituras terão de abrandar…

O Grande Negócio da Educação

Respostas completas para a peça de hoje do Jornal de Negócios:

1.       Qual o balanço que faz dos agrupamentos? O que mudou para melhor? E para pior? (em termos práticos, mesmo)

1) O balanço que faço dos mega-agrupamentos é globalmente negativo.
Não encontro na vida das escolas agrupadas desta forma qualquer aspecto positivo, nem sequer a famigerada articulação vertical do currículo, que é algo que pura e simplesmente não existe. O único alegado factor positivo até agora não demonstrado – não fazendo doutrina os números de alguns sindicatos nesse aspecto quanto a cortes de horários – seria o de alguma poupança de encargos mas, como disse, ainda nada disso foi demonstrado.
Entre os factores negativos eu apontaria a excessiva concentração das decisões numa única pessoa, que fica como responsável por milhares de alunos e centenas de professores e funcionários; a distância entre os decisores (um único Conselho Pedagógico e um só Conselho Geral) e os objectos das decisões; a despersonalização e massificação das relações na comunidade escolar; a redução da oferta de projectos educativos em virtude da amálgama de escolas num agrupamento e a redução da autonomia das escolas, por exemplo, do 1º ciclo.
Esta concentração em “unidades de gestão” ou “unidades orgânicas” que podem abranger mais de uma dezena de escolas (por vezes mais), espalhadas por uma vasta área geográfica em algumas zonas do país, é completamente contrária às mais recentes correntes de gestão escolar na maioria dos países apresentados como desenvolvidos, mesmo com uma dimensão maior do que a nossa. Um centro de decisão para 3000 alunos ou mais e mais de 200 professores, para além de funcionários é algo impensável em países como os que é habitual serem apresentados como exemplares.

2.       Que opções de privatização das escolas pode o Governo adoptar? Concessão a privados? Aprofundamento da contratualização? Na sua opinião, alguma delas seria mais vantajosa do que a gestão pelo Governo?

Não assumo como adquirido que tenha de existir uma maior privatização da Educação. Considero que deveria existir um aumento da diversidade de experiências de gestão no sector público (contratos de autonomia simples e com objectivos claros) e uma maior flexibilidade num modelo que agora é monolítico e não aceita alternativas às lideranças unipessoais.
Sem desregulação das relações laborais, a gestão privada não é financeiramente mais vantajosa para o Estado.
Pelo contrário, se existem professores com horários-zero, seria mais racional reduzir as comparticipações pagas por contratos em zonas onde eles não são necessários perante a oferta pública.
A maior economia permitida pelas práticas de gestão privada é uma falácia elevada a mito, pois baseia-se num modelo de gestão em que a mão-de-obra é explorada de forma abusiva, mantida em situação de precarização e com perspectivas de carreira mitigadas.
Aliás, isso foi demonstrado há pouco tempo numa investigação sobre um grupo empresarial específico, mas o MEC optou por mandar fazer uma inspecção aparentemente sem prazo para chegar a conclusões práticas.
O lobby privado na área da Educação ganhou muita força, beneficia de cumplicidades evidentes na estrutura política do Governo e tem feito passar uma mensagem que, em nome de uma alegada “liberdade de escolha” amputa a informação e distorce a realidade vivida em outros países, nomeadamente naqueles em que (como a Holanda) a gestão privada não pode acumular lucros para distribuições pelos “empreendedores”. Ou faz por ignorar a quebra de resultados dos alunos e o aumento da segregação socio-educativa em países onde o cheque-ensino foi introduzido de forma massificada (caso da Suécia).

Na peça do Jornal de Negócios de hoje sobre o actual modelo de mega gestão escolar surge uma parte sobre a reavaliação das redes pública e privada de escolas (por “privada” leia-se gestão privada com contrato de associação com o Estado), a qual deverá acontecer, nas palavra do SE Casanova de Almeida, lá para Julho.

Pelo meio ficam considerações sobre as recomendações do FMI nesta matéria mas vamos assumir, de forma pacífica, que esse argumento não tem grande validade, pois o que lá vem é mesmo que deve ser feita uma reavaliação e não, como alguns gostam de extrapolar, que deve ser feito um alargamento desses contratos.

Quanto ao prazo agora apresentado, há duas formas de o encararmos.

  • Se formos marcianos chegados aqui de repente, crédulos na bondade dos actores em presença, podemos considerar que este prazo é resultado da necessidade de avaliar, no fim do ano lectivo, os resultados das escolas, o número de alunos em cada zona, partindo depois para a determinação das eventuais necessidades de contratualizar turmas fora da rede escolar pública, mesmo se é do conhecimento comum que se andam a fechar escolas e a distribuir horários-zero com generosidade.
  • Se formos terrestres, andando por aqui há anos, conhecedores dos truques dilatórios dos actores em presença, bem como do calendário dos concursos de docentes e de definição da rede escolar, percebe-se bem que o prazo de Julho é apenas uma forma de retirar da agenda mediática mais imediata um tema que pode ser muito controverso. Percebe-se que é uma maneira de evitar, como no passado, um conflito agora para o encarar de outro modo num calendário considerado mais apropriado.

O que está em causa é que, após dois anos de governação, o MEC tem a obrigação de saber o essencial sobre o assunto, de estar a par sobre os estudos nacionais e internacionais sobre a matéria e, se a sua preocupação é mesmo defender o interesse público, ter percebido que tem uma rede escolar capaz de absorver a larga maioria dos alunos das turmas com contrato com encargos adicionais marginais. Que isso não implicaria gastos de funcionamento significativos pois as escolas existem e os professores estão lá. E retiraria os encargos adicionais de funcionamento. Se isso dificulta a vida dos empreendedores, alegadamente liberais e defensores das regras do mercado? Acredito que sim, mas o liberalismo é isso mesmo. Enquanto o interesse do Estado é optimizar os seus recursos, os quais já paga, em vez de recorrer a serviços externos supérfluos.

Mas o que está mesmo em causa é que há compromissos assumidos com grupos de interesses que vão pressionando e que esperavam ter, já desde Fevereiro, no máximo Março, a garantia do negócio para o próximo ano, fosse através de contratos, fosse através da abertura da gestão das escolas públicas a grupos privados.

Mas essa agenda e o respectivo calendário foram colocados em causa por contra-exemplos, divulgados pela comunicação social e não só, de que é uma mistificação associar gestão privada com dinheiros do Estado a melhores práticas de gestão ou mesmo a melhores resultados dos alunos. Que é um erro retirar experiências estrangeiras do seu contexto específico, como se fosse possível transplantá-las para Portugal; que é desonesto truncar a informação disponível, ocultando relatórios internacionais menos cómodos ou inversões em alguns aspectos dessas políticas que se pretendem importar.

A impaciência dos interesses é cada vez maior, mas o incómodo do poder político também, pois sabem que quando tomarem certas decisões, já há demasiada gente alerta e com algumas condições para irem em busca do rasto daqueles que tirarão vantagens de certas decisões. Mesmo sendo em Portugal, onde quase tudo pode acontecer sem consequências de maior. E as inspecções, regulações e fiscalizações são o que são.

Mas, pelo sim, pelo não, empurra-se o assunto com a barriga uns meses para diante.

Até para ver se a malta se esquece de certas coisas…

E não me venham dizer que isto são os meus preconceitos a falar mais alto, quando eu até recentemente escrevi sobre o assunto de modo bem neutral.

Não gosto é de aldrabices apresentadas com sendo de interesse nacional ou interesse público ou do interesse das famílias.

Eu sou do professor do ensino público, mas também sou encarregado de educação.

Do Jornal de Negócios, sem ligação para o artigo completo:

Após ter deixado o Europarque nas mãos do Estado, que foi obrigado, como avalista do equipamento, a assumir uma dívida de 31 milhões de euros, a Associação Empresarial de Portugal (AEP), contou novamente com a ajuda estatal para vender a Exponor em troca do seu passivo bancário. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Efisa, um dos activos do ex-grupo BPN “pendurado” na sociedade-veículo estatal Parparticipadas, são dois dos nove bancos credores da AEP que assinaram um acordo extrajudicial de recuperação da instituição.

(…)

O fundo Nexponor, a nova dona da Exponor, absorve todo o passivo bancário da AEP, que ronda os 50 milhões de euros.

E nós perguntamos… o que fez a AEP de relevante para o Estado assumir dezenas de milhões de euros de dívida do consulado de Ludgero Marques?

E não deixa de ser curioso que o único grande credor da AEP que não aceitou o acordo seja o angolano BIC, o tal que comprou o BPN…

 

Dia Mundial do Político

(c) Luís Rosa

… que a malta aguenta, apesar da falta de hábito.

O Imaterial II Serralves – Cidadãos, Instituições, Fronteiras e Capitais

 

Voltamos a ter , em boa hora –  quinzenalmente  – às 5ªs feiras às 21h30 em Serralves, o Ciclo o Imaterial, neste caso o II, comissariado novamente por  Artur Castro Neves.

Nesta 5ª feira o tema foi : O capitalismo contemporâneo: as respostas à crise das dívidas soberanas. Com Luís Carlos Bresser Pereira e João Cravinho, Moderado por Fernando Freire de Sousa.

Luís Carlos Bresser Pereira fez-nos fazer, um percurso histórico pela economia desde 1700, seu crescimento, Estados, industrialização, até aos nossos dias.

O falhanço do socialismo, a permanência do capitalismo, mas de forma pouca equilibrada, como está a acontecer. Bom, ter sido criada a U.E. Mau, ter-se criado o Euro. E deixou-nos algumas – 3 –  possíveis soluções, mas não fáceis, para além da terceira, que é a que está a ser adoptada = austeridade em cima de austeridade. A primeira seria uma saída de todos do Euros, não havendo que voltar ao escudo – p.e. Portugal – , mas com um euro ao nível de cada país e não todos como se fossemos a Alemanha. Ou, como segunda hipótese, criar uma forte inflação.

Isto tudo como forma de na realidade baixar salários, e criar competitividade dentro da UE com a Alemanha! Estamos na 3ª solução, que não é a melhor.

Chegamos a este ponto por terem sido criadas/incentivadas pela parte financeira várias bolhas, que como tal rebentaram, cada uma à sua maneira, em cada País da UE. A Alemanha posicionou-se em 2003 economicamente bem, fazendo estagnar por acordo, os salários, e até baixar, mas mantendo a produtividade e o emprego. E pode – A Alemanha ( com a Áustria atrás)  -  estar mais interessada em concorrer com a China do que com a própria Europa.

João Cravinho fez-nos uma panorâmica de como foi sendo criado o Estado Social ao longo dos tempos. E o Estado Social é essencial ao capitalismo e não o inverso. Não é o Estado Social que cria uma grande Divida. A grande Divida está em tudo o resto do funcionamento do Estado.

Desentendimento quanto a “isto” na UE e Ecofin. Não é isto o que vimos a ouvir, mas ainda bem que fundamentalmente podemos, ouvir novas posturas.

A melhoria de vida que vem sendo dada de geração para geração, de pais para filhos é uma realidade, que só poderá, neste momento ser não “melhorada” na classe média alta. No resto será sempre possível, pelo menos a nível de habilitações melhorar de pais para filhos, ou dar o máximo possível de instrução, se, mais não houver a dar.

Uma muito interessante, mais uma Conferência, deste novo Imaterial II, que a todos deixou com muitas duvidas, mas também com hipóteses de ser possível , talvez, dar a volta.

Teremos mais a 4 de Abril. No mesmo local, à mesma hora!

 

 

Augusto Küttner de Magalhães

Março de 2013

(R)Foto0151

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