… já li há 30 anos o Paul Veyne e discordei da legitimação conceptual da mistura entre factos e narrativa como se tudo, ou quase, pudesse resumir-se a versões ficcionais dos factos, que seriam apenas nós de uma intriga ao sabor do olhar do narrador.

Embora o original da recensão crítica tenha ficado com o professor da altura, ainda tenho o livro anotado com as discordâncias mais evidentes…