Passámos a conhecer aqueles que o PSD considera serem os bons exemplos da governação socrática: Teixeira dos Santos (o que terá forçado o resgate financeiro), Luís Amado (o amigo dos americanos nomeado para o Banif), Correia de Campos (o sacrificado, em vez de MLR) e Carlos Zorrinho (o das coisas tecnológicas e modernaças caras), que acabou por declinar ao sentir-se manipulado. Ou mal informado. Pois.

Como os dois primeiros atravessaram toda a governação apresentada como calamitosa do engenheiro, isto não deixa de ter a sua graça.

Com o alto patrocínio da Presidência da República que, para descer de Belém às Janelas Verdes já não se incomoda com a falta de discrição.